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Rainha sacrifica o filho para não ser engolida por escândalo

Elizabeth II perde o sossego em razão da possibilidade de Andrew ser condenado por crime sexual

14 jan 2022 13h03
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Elizabeth quer distância do vexame protagonizado por Andrew
Elizabeth quer distância do vexame protagonizado por Andrew
Foto: Reproduções/TV

Neste momento, Elizabeth II deveria estar preocupada apenas em organizar a comemoração familiar de seus 96 anos, em abril, e acompanhar os preparativos para a celebração dos 70 anos de reinado (jubileu de platina) em junho.

Mas as encrencas de filhos e netos não deixam a rainha da Inglaterra em paz. Ela está abalada com o desdobramento do escândalo sexual de tráfico de mulheres envolvendo aquele que um dia já foi seu filho preferido, Andrew, 61 anos.

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Um juiz federal nos Estados Unidos acaba de negar o arquivamento do processo movido por Virginia Giuffre, que afirma ter sido estuprada pelo príncipe quando tinha 17 anos e era explorada pelo esquema de tráfico de mulheres para servir a políticos, artistas, nobres, esportistas e magnatas.

Evidências divulgadas pela imprensa mostram que Andrew frequentava a ‘ilha da pedofilia’, no Caribe, e a ‘mansão do sexo’ na Flórida, de propriedade de seu amigo, Jeff Epstein. O financista cometeu suicídio na cadeia em 2019. A namorada dele, que aliciava e controlava as escravas sexuais, Ghislaine Maxwell, foi condenada em dezembro e poderá pegar até 40 anos de prisão.

Esse espetáculo midiático de horror destruiu a imagem pública do príncipe Andrew, que era o galã da família real britânica, e respingou na rainha. Para tentar preservar a monarquia, ele foi proibido de representar a coroa em eventos e se deixar fotografar ao lado da mãe.

Foi pouco. Os tabloides continuaram a associar o escândalo com a realeza. Agora, Elizabeth II autorizou a retirada de cerca de 15 títulos militares e o afastamento de Andrews de obras de caridade das quais ele era patrono. Ele também não poderá mais usar o tratamento “Sua Alteza Real”. Na prática, o príncipe foi rebaixado em medida drástica para sustentar a credibilidade da monarquia.

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A rainha também cortou ajuda financeira pessoal para pagar os advogados do filho. Com dívidas altas, ele precisará vender propriedades para custear a cara defesa nos Estados Unidos. Se a corte não aceitar suas explicações, Andrew poderá ser julgado ainda este ano por crime sexual. Ele nega ter abusado de Virginia Giuffre e participado das orgias patrocinadas por Jeff Epstein e Ghislaine Maxwell.

Elizabeth II não costuma ser condescendente com os filhos e netos problemáticos. Como mostrou a série ‘The Crown’, na Netflix, a rainha coloca o ‘duty’ (o dever enquanto soberana) em primeiro lugar. Caso a situação de Andrew piore, não está descartada a possibilidade de ordenar que ele renuncie ao título de príncipe e seja banido do clã a fim de salvar a monarquia.

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