Quando Meryl Streep surgiu como a temida Miranda Priestly em "O Diabo Veste Prada", lá em 2006, poucos imaginavam que aquele papel - hoje um dos mais icônicos da história do cinema - quase seguiu um destino completamente diferente.
E o mais curioso é que não foi por falta de interesse da atriz, mas sim por uma escolha que, anos depois, ganha uma leitura ainda mais necessária: a importância de reconhecer o próprio valor e saber se posicionar, não importa a idade ou o tempo de estrada!
Meryl Streep recusou papel em 'O Diabo Veste Prada'
Antes de aceitar dar vida à poderosa editora da revista Runway, Streep simplesmente disse "não". O motivo? Dinheiro e, muito além disso, reconhecimento. "Eu sabia que seria um sucesso. Li o roteiro e era ótimo", afirmou a atriz ao Today Show nesta quarta-feira (29).
Só que, mesmo convencida de que o projeto tinha todo o potencial do mundo, ela não pensou duas vezes antes de recusar a proposta inicial: "Eles me ligaram com uma oferta e eu disse: 'Não. Eu não vou fazer isso'". Eita!
Longe de ser um capricho de estrela, a decisão foi um movimento muito bem calculado. Na época, aos 56 anos, Meryl já era uma lenda, mas enfrentava aquela realidade que tantas mulheres conhecem bem: a necessidade de reafirmar seu valor em um mercado que insiste em subestimar trajetórias maduras.
'Senti que eles precisavam de mim'
Ciente do peso que seu nome trazia para o projeto, ela resolveu testar o estúdio. "Eu queria ver se, ao dobrar meu pedido, eles aceitariam, e eles ...
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