O final de Bagdá (Xamã) em 'Três Graças' promete ser um dos desfechos mais simbólicos da novela das nove. Após uma trajetória ligada ao mundo do crime, o ex-traficante terá uma transformação profunda que vai na contramão de outros vilões da trama.
A redenção de Bagdá começa ainda na prisão. Em cenas fortes previstas para os capítulos finais, ele será conduzido pelos corredores do presídio sob tensão, cercado por agentes penitenciários e observado pelos outros detentos. O clima inicialmente é pesado, mas logo se transforma em um momento inesperado de respeito coletivo.
Ao perceberem a passagem do personagem, os presos começam a bater canecas nas grades das celas, em uma espécie de homenagem. O gesto ecoa pelos corredores e mostra que Bagdá, mesmo atrás das grades, conquistou a admiração verdadeira.
"Olha o artista aí! A casa é sua, malandro!", gritará um dos detentos.
A cena mexerá profundamente com o personagem vivido por Xamã. Bagdá tentará disfarçar a emoção diante do reconhecimento que, no fundo, sempre procurou. "Sou cascudo… Aguento mofar aqui nessa tranca", responderá ele.
No entanto, o último gesto do homem que refletiu sobre a vida torta que levava, principalmente após o sentimento de solidão com a morte de Jorginho Ninja (Juliano Cazarré), será de plena bondade.
O que acontece com os vilões de 'Três Graças'?
Após a passagem de tempo de sete anos na novela, Bagdá reaparecerá ligado ao universo artístico. Em uma das últimas cenas de 'Três Graças', ele surgirá ministrando um...
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