Quatorze anos após o sucesso de Avenida Brasil, Cauã Reymond revelou que precisou recorrer à terapia para lidar com o impacto emocional da novela. O ator explicou que a atuação visceral de Adriana Esteves como a vilã Carminha despertava lembranças profundas e gatilhos relacionados à sua falecida mãe, Denise Marques. Segundo o artista, a intensidade dessas interpretações mexia tanto com sua vida pessoal que até mesmo seu irmão mais novo evitava assistir às cenas na época.
Quatorze anos depois do sucesso de 'Avenida Brasil', Cauã Reymond revelou que precisou recorrer à terapia para lidar com os efeitos que a novela de João Emanuel Carneiro deixou em sua vida. A declaração acontece justamente neste momento em que o folhetim passa por sua segunda reprise no 'Vale a Pena Ver de Novo'.
Atualmente em alta com a série 'Jogada de Risco', Cauã contou ao podcast POD_i, da GloboNews, que precisou fazer análise durante um longo período depois do fenômeno da TV. Para o ator, o impacto emocional da produção foi maior do que poderia imaginar.
"Eu fiz análise durante muito tempo para resolver a novela pós-novela. O maior sucesso da minha carreira até então. Mas a Adriana (Esteves) ia em lugares que eu falava: 'mano'. Dava até tremelique", desabafou.
O que mais mexia com Cauã era a maneira como Adriana Esteves construía Carminha, uma das vilãs mais lembradas da teledramaturgia brasileira. Segundo o ator, algumas atitudes da personagem despertavam lembranças relacionadas à própria mãe, Denise Marques, pedagoga que morreu em 2019.
"Porque… O barato era louco. Mamãe era… Eu amo minha mãe, adoro astrologia, minha mãe era minha maior fã. Mas meu irmão mais novo, por exemplo, não gostava de assistir. Mexia com a gente", contou.
As dores de Cauã Reymond
A revelação ganha ainda mais peso quando se conhece um pouco da história pessoal do ator. Cauã já contou que sofreu preconceito durante a infância e a adolescência pelo fato de sua mãe viver com HIV.
Durante participação no ...
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