A eliminação da Seleção Brasileira pela Noruega naturalmente gera uma frustração amarga.
Em Copa do Mundo, a despedida precoce transforma qualquer análise em um exercício de lamentação.
Mas o maior evento do futebol não se resume ao resultado dentro de campo.
A cobertura deste Mundial se mostra a mais completa, variada e qualificada que o público brasileiro já teve à disposição.
Vamos focar nos veículos com os direitos de transmissão das partidas.
Quem valoriza a tradição encontrou na Globo uma gigantesca estrutura e a experiência de décadas no torneio.
O tom mais descontraído foi oferecido na CazéTV, que consolidou uma linguagem própria, conectada com a crescente audiência digital.
Entre esses dois polos, há diversas alternativas.
O Sportv com análises táticas e bastidores. O SBT unindo o lendário Galvão Bueno e o polemista Tiago Leifert.
A N Sports, a GE TV o Globoplay ampliam ainda mais o leque de escolhas.
O resultado é uma cobertura plural, com diversidade de narrações, visuais e ritmos.
Tem craques do passado, narradores promovidos, humoristas, pegadinhas e até polêmica fora das quatro linhas (alô Virginia!).
E também uma repercussão imensurável nas redes sociais, com cortes de melhores momentos, memes, broncas, leitura labial, ‘exposeds’ etc.
Foi, até aqui, muito informativo e divertido.
O Terra promove seu conteúdo exclusivo com a dupla de jornalistas Paula Almeida e Ana Paula Almeida diretamente dos Estados Unidos.
Resta imaginar quais serão as inovações na cobertura da Copa de 2030.
Uma coisa é previsível: será um Mundial dominado pelas IAs.
O telespectador provavelmente vai viver na sala de casa experiências imersivas tão interessantes quanto estar na arquibancada dos estádios.
Que recomece o velho sonho pelo Hexa.