Quem são os craques que vão liderar o Brasil na Copa de 2030

RUMO AO HEXA?

10 ago 2026 - 14h32

A eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa de 2026, diante da Noruega, teve o gosto amargo de fim de era.

Foi a queda mais precoce da Seleção em um Mundial desde 1990 e marcou a despedida definitiva de nomes históricos, com Neymar anunciando ainda no gramado o encerramento de sua trajetória pela camisa amarela.

Publicidade

Mas todo fim abre espaço para um recomeço, e o Brasil já virou a chave para 2030, torneio que será disputado em Portugal, Espanha e Marrocos.

À frente desse processo está Carlo Ancelotti, que renovou contrato com a CBF justamente até o fim da próxima Copa.

A ele cabe a missão de moldar uma geração que combina joias já reconhecidas pelo mercado europeu com jovens que ainda estão fincando o pé no alto nível.

A seguir, os principais nomes que devem puxar essa renovação.

Publicidade

Estêvão e Endrick: as joias que já brilham na Europa

Se há dois nomes que simbolizam o novo Brasil, são eles. Estêvão, hoje no Chelsea, e Endrick, no Real Madrid, figuram entre os jovens mais valiosos do planeta segundo as avaliações do mercado internacional.

Ambos representam uma quebra de paradigma no ataque, trazendo velocidade, drible e faro de gol para um setor que pedia renovação urgente.

Endrick larga com uma vantagem importante: já acumula rodagem de altíssimo nível no Real Madrid e participou da campanha de 2026, ganhando uma bagagem emocional rara para a idade.

Estêvão, por sua vez, ficou fora do último Mundial por causa de uma lesão, ausência que muitos apontaram como um dos fatores que pesaram na queda brasileira.

Em 2030, com mais experiência no futebol europeu, ele chega maduro para assumir o protagonismo que se espera desde a base do Palmeiras.

Rayan: a ascensão relâmpago pela ponta

Outro nome que subiu como foguete é Rayan.

Publicidade

Revelado pelo Vasco e hoje no Bournemouth, o atacante de 19 anos se firmou rápido na Premier League e chegou a ser convocado por Ancelotti para a Copa de 2026, ganhando espaço no time titular após a lesão de Raphinha.

Mesmo com a eliminação, saiu do torneio valorizado e virou alvo de gigantes europeus.

Sua velocidade e a capacidade de atuar em diferentes posições da frente fazem dele uma peça versátil, exatamente o perfil que o técnico busca para dar dinamismo ao ataque nos próximos anos.

A defesa também pede caras novas

A renovação não se limita ao ataque. Na zaga, dois nomes aparecem com força para o novo ciclo:

Vitor Reis

O zagueiro que vive boa fase na La Liga, com passagem pelo Girona. 

Sua leitura de jogo e a qualidade na saída de bola combinam com o modelo tático que a Seleção tenta implementar, ainda que ele não tenha integrado a lista final de 2026.

Publicidade

Opções em observação

A comissão técnica acompanha ainda jovens defensores que despontam no Brasil e na Europa, num setor considerado um dos mais carentes de reposição.

O recado é claro: a base defensiva que serviu à Seleção nos últimos anos precisa de sucessores, e o ciclo até 2030 será o laboratório para testá-los.

Kauã Elias: o centroavante do leste europeu

No comando de ataque, um nome mantém viva uma velha tradição brasileira, a de craques que brilham no leste europeu.

Kauã Elias, que atua pelo Shakhtar Donetsk, oferece presença de área física e imponente, sendo uma alternativa tática valiosa para jogos contra defesas mais fechadas.

Ele está no radar da comissão técnica e chegou a figurar entre os indicados ao Golden Boy, prêmio que reconhece os melhores jovens do futebol europeu.

É o tipo de centroavante de referência que pode dar ao Brasil uma opção diferente dos atacantes de velocidade e drible.

Os nomes que a CBF observa de longe

Além dos protagonistas mais evidentes, há um segundo grupo de jovens que a comissão técnica monitora para os próximos ciclos, ampliando o leque de opções de Ancelotti:

Publicidade
  • Souza: lateral que defende o Tottenham e também aparece entre os indicados ao Golden Boy.
  • William Gomes: meia do Porto, outro nome na mira do prêmio e observado pela CBF.
  • Breno Bidon: meio-campista revelado pelo Corinthians, versátil o suficiente para atuar como volante ou como um camisa 8 mais avançado, pode ganhar espaço pela necessidade de renovação no meio.

São jogadores que ainda precisam confirmar a evolução, mas que representam a profundidade de uma geração que o Brasil considera promissora.

TAGS
Gosta de TV e famosos? Que tal acompanhar as notícias de entretê?
Ativar notificações