A aguardada estreia de "Michael" já se consolidou como um dos maiores eventos de bilheteria do ano. O longa arrecadou US$ 97 milhões apenas nos Estados Unidos, alcançando US$ 217,4 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana. Desse total, US$ 120,4 milhões vieram de mercados internacionais, onde a distribuição ficou a cargo da Universal Pictures.
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Segundo dados da EntTelligence, cerca de 6,3 milhões de pessoas assistiram ao filme na América do Norte, superando a estreia de "Project Hail Mary", que registrou 4,9 milhões de espectadores. No sábado, o longa arrecadou US$ 32,5 milhões, uma queda considerada saudável em relação à sexta-feira (US$ 39,5 milhões, incluindo pré-estreias), indicando boa sustentação e forte interesse do público.
Nas salas premium, o filme também se destacou: foram US$ 24,4 milhões arrecadados em IMAX globalmente, estabelecendo um novo recorde para cinebiografias musicais. Só na América do Norte, o formato representou 14% da bilheteria do fim de semana. Internacionalmente, o desempenho reforça o alcance global do artista, com resultados expressivos em países como Reino Unido, França, México e Brasil.
"Michael" superou "Bohemian Rhapsody"
O longa, dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, também superou comparações iniciais com "Bohemian Rhapsody", ultrapassando com folga sua abertura internacional. Ainda assim, o mercado observa se o filme conseguirá repetir o fenômeno de longo prazo do sucesso de 2018, que teve forte crescimento após a estreia.
Com um orçamento estimado em US$ 200 milhões — impactado por desafios de produção e questões envolvendo o espólio de Michael Jackson —, o filme representa uma aposta estratégica da Lionsgate em produções de grande apelo cultural. Segundo o presidente do estúdio, Adam Fogelson, os desafios nunca abalaram a confiança na força da história e no potencial comercial do projeto.
Mais do que números, "Michael" tem se mostrado um verdadeiro evento coletivo nos cinemas, com sessões marcadas por interação do público e forte apelo entre diferentes gerações — um indicativo de que o Rei do Pop segue mobilizando multidões mesmo anos após sua morte.
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