Resumo
Em entrevista ao TMDQA!, o guitarrista Lúcio Maia discute seu novo álbum solo autointitulado, destacando que a psicodelia é algo natural em sua obra. Conhecido por sua trajetória de 30 anos na Nação Zumbi, onde ajudou a fundir rock, ritmos pernambucanos e batidas eletrônicas, o músico mantém a inquietação criativa longe da pressa do mercado ou da nostalgia. Em seu segundo disco solo, ele adota o futurismo como ponto de partida para aprofundar suas experimentações sonoras inovadoras.
Em entrevista ao TMDQA!, o guitarrista Lúcio Maia discute seu novo álbum solo autointitulado, destacando que a psicodelia é algo natural em sua obra. Conhecido por sua trajetória de 30 anos na Nação Zumbi, onde ajudou a fundir rock, ritmos pernambucanos e batidas eletrônicas, o músico mantém a inquietação criativa longe da pressa do mercado ou da nostalgia. Em seu segundo disco solo, ele adota o futurismo como ponto de partida para aprofundar suas experimentações sonoras inovadoras.
Sem ficar preso à pressa do mercado ou ao apelo à nostalgia, Lúcio Maia parece encarar sua trajetória solo como um processo contínuo de inquietação criativa.
Desde os primeiros passos com a Nação Zumbi, banda da qual fez parte durante 30 anos, o incrível guitarrista ajudou a construir uma linguagem em que rock, ritmos pernambucanos, funk, batidas eletrônicas e psicodelia estavam lado a lado, dando origem a uma sonoridade inovadora.
Essa mesma experimentação ganha uma nova forma em Lúcio Maia, segundo álbum solo do guitarrista, que transforma o futurismo em ponto de partida para mais uma viagem sonora.