Março de 2026 promete ser um dos meses mais movimentados do calendário musical paulistano, com uma agenda robusta de atrações internacionais espalhadas por festivais, estádios e casas de médio porte.
O principal destaque é o Lollapalooza Brasil 2026, que ocupa o Autódromo de Interlagos entre os dias 20 e 22 e reúne nomes de peso do pop, rock, indie e eletrônico em uma verdadeira maratona sonora.
Paralelamente, a cidade recebe turnês aguardadas como a do AC/DC, do Big Time Rush, o retorno do canadense Bryan Adams e a apresentação intimista de Jason Mraz, ampliando o leque de estilos para diferentes gerações de fãs.
Will Calhoun
- 8 de março, na Blue Note (Av. Paulista 2.073, 2º Andar, Consolação).
- Ingressos: Disponíveis. R$ 150/R$ 190.
- Por que ir: Calhoun é baterista do Living Colour e já trabalhou com músicos como Wayne Shorter e Ron Carter. Uma oportunidade de ver como o músico quebrou barreiras ao misturar rock, jazz e funk.
Blood Orange
- 19 março, no Cine Joia (Pça. Carlos Gomes, 82, Liberdade).
- Ingressos: Esgotados
- Por que ir: O músico britânico, que também atende por Dev Hynes, está na programação do festival Lollapalooza Brasil 2026, mas faz essa apresentação (sideshow) para quem fugir da proposta de estar em um grande festival. Com seu som contemporâneo, Orange se consolidou com um dos principais nomes da cena alternativa.
Tyler, The Creator, Chappel Roan, Lorde, Deftones, Lewis Capaldi e Sabrina Carpenter no Lollapalooza Brasil 2026
- 20 a 22 de março, no Autódromo de Interlagos (Av. Senador Teotônio Vilela, 261).
- Ingressos: Disponíveis nos modelos Lolla Day e Lolla Pass. R$ 479 a R$ 6,2 mil.
- Vip: É possível comprar ingressos para o camarote de luxo Backstage Mirante, que terá serviço all-inclusive, transporte fretado e vista privilegiada do palco principal. R$ 3,2 mil (por dia). O Lolla Lounge também oferece experiência premium. R$ 1,9 mil a R$ 5,1 mil.
- Por que ir: Um dos maiores festivais de música do mundo, com uma programação enorme de artistas internacionais para todos os gostos — em vários gêneros, como pop, eletrônico, rock, indie e hip-hop.
Cypress Hill
- 22 de março, na Audio (Av. Francisco Matarazzo, 694).
- Ingressos: Disponíveis. R$ 210 a R$ 260.
- Por que ir: Lenda do hip-hop mundial, com som clássico dos anos 90 e hits que influenciaram gerações.
Steve Hackett
- 22 de março, no Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795).
- Ingressos: Disponíveis. R$ 180 a R$ 310.
- Por que ir: Nome fundamental da história do rock, tocou guitarra nos álbuns mais importantes do Genesis. Ele volta ao País acompanhado do grupo-tributo Genetics.
Drink The Sea
- 25 de março, na Casa Rockambole (R. Belmiro Braga, 119, Pinheiros).
- Ingressos: Disponíveis para pista. R$ 320.
- Por que ir: O supergrupo é liderado por Peter Buck, guitarrista e fundador do R.E.M. A formação ainda conta com o vocalista e guitarrista Alain Johannes, do Queens Of The Stone Age, e o baterista Barrett Martin, de bandas como Screaming Trees e Mad Season.
Anoushka Shankar
- 25 de março, no Cine Joia (Pça. Carlos Gomes, 82, Liberdade).
- Ingressos: Disponíveis. R$ 320/R$ 560
- Por que ir: Filha do lendário de Ravi Shankar (1920-2012), a sitarista faz sua primeira turnê pelo Brasil, a Chapters Tour. Chega com o 'peso' de quatorze indicações ao Grammy e parcerias com Herbie Hancock, Patti Smith e Sting.
Danny Seraphine's Chicago Legacy
- 28 de março, na Vibra (Av. das Nações Unidas, 17955).
- Ingressos: Disponíveis. R$ 120 a R$ 384.
- Por que ir: Baterista fundador do Chicago, Danny traz um show focado na fase clássica da banda de jazz rock. Ele é uma referência na bateria e traz músicos talentosos consigo.