Em seu último show da carreira solo, realizado em Campinas para apenas 67 pessoas, Fiuk aproveitou para anunciar o retorno da banda Hori. Após o número reduzido de público virar piada e manchete nas redes sociais, o cantor rebateu as críticas na internet, afirmando não ter vergonha da bilheteria e reforçando seu compromisso com a música perante os fãs presentes. Focado em recomeçar com o antigo grupo, ele celebrou a nova fase e declarou que a banda já está de volta com agenda de apresentações aberta.
Fiuk realizou na sexta-feira, 18, em Campinas, interior de São Paulo, o último show de sua trajetória como artista solo. A apresentação, em um espaço com capacidade para até mil pessoas, contou com um público de apenas 67 presentes na plateia.
Apesar do público reduzido, eleaproveitou a ocasião para anunciar, nos minutos finais da apresentação, uma novidade: o retorno da banda Hori, que o revelou no início dos anos 2000.
No que se refere à repercussão do número de espectadores na internet, que virou manchete e gerou comentários nas redes sociais, o cantor gravou um desabafo no Instagram para rebater as críticas (via g1 e Terra):
"Tinham 67 pessoas no meu último show. E a gente tocou como se tivesse 67 mil. Hoje, esse número aí virou manchete, né? Virou piada, virou motivo para muita gente aí dizer que eu devia estar o quê? Que eu devia estar envergonhado? Mas eu fiquei pensando: vergonha do quê? Vergonha do quê que eu tenho que ter? Eu cometi algum crime? Eu estou machucando alguém aí, por acaso?"
Fiuk reforçou que o compromisso com a música está acima dos números de bilheteria e agradeceu o apoio dos fãs que compraram ingressos e compareceram, independentemente da proporção:
"Se tiver dez pessoas, a gente vai fazer o show para as dez pessoas. Se tiver cem pessoas, a gente vai fazer para cem. Se tiver mil, se tiver dez mil, a gente vai fazer para as dez mil".
Com a agenda aberta e focado em reconstruir sua história nos palcos ao lado de sua antiga banda, Fiuk celebrou o recomeço:
"Eu estou de volta. A banda está de volta. E a gente vai começar e recomeçar do jeito que for, aonde for. A gente só quer tocar. E a nossa agenda está aberta."