Danny Nozell, empresário da falecida cantora Dolly Parton, pediu uma medida protetiva contra Bryan Seaver, sobrinho e ex-chefe de segurança da artista. Nozell acusa Seaver de extorsão e ameaças graves com mensagens violentas para obter vantagens financeiras, solicitando afastamento de 300 metros dos escritórios da cantora. Seaver, que confirma ser militar e negociante de armas, nega o teor de ameaça, afirmando que as falas foram tiradas de contexto durante o luto pela perda de Parton.
Danny Nozell, empresário de Dolly Parton, entrou com um pedido de medida protetiva temporária contra Bryan Seaver, sobrinho da cantora. Os documentos judiciais, obtidos pelo portal TMZ, indicam que Nozell alega ter sido alvo de ameaças e intimidação por parte de Seaver, que se descreve como contratado militar com acesso a armas.
As acusações incluem extorsão, com Bryan Seaver supostamente tentando forçar o empresário a ceder às suas exigências financeiras. Nozell afirma ter demitido Seaver devido à sua conduta ameaçadora, relatando que uma campanha de intimidação começou semanas antes do falecimento da cantora.
Entre as mensagens citadas no processo, há uma que diz: "O dinheiro dela tem que ser maior do que eu consigo ganhar em outro lugar, ou eu vou f todo mundo. Estou prestes a me tornar o instrumento da vingança para toda a minha família."
Mensagens adicionais atribuídas a Seaver incluem frases como: "Tudo o que eu faço é guerra... todos precisam se preocupar com o que eu posso fazer", e "Eu não sou uma pessoa do entretenimento. Eu sou um assassino". Ele também teria escrito: "Vou dedurar todas as entidades que eu puder invocar", conforme provas apresentadas.
Nozell demitiu Bryan Seaver em 15 de setembro. O processo exige que Seaver não interfira nos negócios de Dolly Parton, mantenha distância dos sócios dela e se mantenha a pelo menos 300 metros dos escritórios da artista. Anteriormente, Seaver foi demitido de suas propriedades após anos atuando como chefe de segurança.
Em sua defesa, Bryan Seaver nega as acusações. Ele declarou ao TMZ: "Sou um militar de carreira e contratado militar, e realizo negócios de armas para governos estrangeiros. Sou um profissional de segurança e sou um assassino." Contudo, ele insiste que nada no processo constitui ameaça.
Seaver argumenta que as mensagens foram tiradas de contexto para criar uma impressão de ameaça. Ele afirmou que conversava "francamente e em particular" com Danny Nozell, que ele considerava amigo, e que muitas das mensagens eram trocas "raivosas" em meio ao luto pela morte de Dolly Parton.
Sobre o termo "canalhas", Bryan Seaver esclareceu que se referia a "pessoas que prejudicaram Dolly nos negócios - uma empresa específica que a assustou e intimidou". Ele mantém que esses comentários eram direcionados a "sócios comerciais específicos e horríveis" que teriam prejudicado a cantora.
Dolly Parton faleceu em 25 de agosto de 2026, aos 80 anos, e Seaver anunciou a notícia em seu Instagram.