Alice Cooper agradece fã que encontrou seu cartão de crédito com cópia autografada de álbum

O astro do rock conseguiu recuperar seu cartão poucos dias antes de sair em turnê pela Europa

14 jun 2026 - 12h34

O cantor e compositor Alice Cooper perdeu seu cartão de crédito em um posto de gasolina após jogar golfe na região de Payson, no Arizona. O objeto foi encontrado por um morador local, Geoff Guy, que conseguiu, por sorte, devolvê-lo a Cooper. Em agradecimento, o astro do rock lhe enviou uma cópia autografada de seu último álbum, The Revenge Of Alice Cooper (2025).

Alice Cooper em 2024
Alice Cooper em 2024
Foto: Roberto Finizio / Getty Images / Rolling Stone Brasil

Guy contou que, após encontrar o cartão, sua esposa sugeriu que ele ligasse para a organização sem fins lucrativos de Cooper, o Alice Cooper Solid Rock Teen Centers, que oferece aulas de música, dança, arte e treinamento vocacional a jovens em Phoenix. Dessa forma, ele conseguiu retornar o cartão Cooper na última segunda, 8, pouco antes do início da turnê europeia do cantor.

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"O cara é uma lenda para as pessoas da minha geração, com certeza, e estou muito feliz por ter podido ajudar a trazer isso de volta para ele", disse Guy em entrevista à 12News (via NME).

Cooper fez o primeiro show da nova turnê neste sábado, 13, em Istambul, na Turquia; ele tem passagem confirmada pela Espanha, Bélgica, Dinamarca, entre outros países, e finaliza este estágio de shows em 12 de julho, na Itália.

The Revenge Of Alice Cooper, lançado em julho de 2025, foi o primeiro álbum gravado com todos os integrantes originais da banda Alice Cooper em 51 anos, desde Muscle of Love (1973).

O roqueiro também anunciou recentemente um novo livro, Devil on My Shoulder: A Memoir, com lançamento previsto no exterior para 6 de outubro. Esta é a terceira autobiografia do cantor, hoje com 78 anos, após Me, Alice (1976) e Golf Monster (2007).

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A obra promete explorar a criação do personagem Alice Cooper, que o cantor (nome real: Vincent Furnier) desenvolveu no final dos anos 1960 com seus colegas de banda, e também a dicotomia entre sua vida no palco, como o "Padrinho do Shock Rock", e o que sua editora descreve como o "homem sóbrio e profundamente religioso por trás da máscara".

Rolling Stone Brasil
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