Lula ou Flávio Bolsonaro? Pesquisa espanta ao mostrar para onde vão os votos que eram de Cury, Renan e Caiado

Pesquisa mostra se eleitores de Cury, Renan e Caiado escolheram Lula ou Flávio Bolsonaro no segundo turno

14 out 2026 - 20h47
Resumo
Pesquisa Quaest aponta empate técnico no segundo turno presidencial, com Flávio Bolsonaro marcando 46% das intenções de voto contra 44% de Lula. O levantamento revela a dinâmica da transferência eleitoral: a maioria dos apoiadores de Renan Santos (40%) e Caiado (42%) migrou para Flávio, enquanto os eleitores de Augusto Cury dividiram-se entre Lula (34%) e o candidato do PL (30%). Paralelamente, o ator João Guilherme participou de ato em prol do petista, defendendo a democracia em evento em São Paulo.

Nesta quarta-feira (14), foi divulgado o resultado da pesquisa Quaest sobre o segundo turno da eleição presidencial, que é disputada por Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Com relação à transferência de voto do primeiro turno, os eleitores de outros candidatos surpreenderam.

Lula e Flávio Bolsonaro (Reprodução/TV Globo/Band)
Lula e Flávio Bolsonaro (Reprodução/TV Globo/Band)
Foto: Contigo

Entre os que tinham votado em Augusto Cury (Avante), 34% agora pretendem votar em Lula e 30% em Flávio. Os que votaram em Renan Santos (Missão), 40% votarão em Flávio e apenas 14% em Lula. Entre os eleitores de Caiado (PSD), 42% resolveram ficar com Flávio, ante 23% de Lula.

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Quando o assunto é o motivo do voto, 73% dos eleitores de Lula acreditam que o candidato do PT é a melhor opção. 53% deram a mesma resposta sobre Flávio. 42% dos eleitores de Flávio querem tirar Lula e o PT do poder, enquanto 23% dos eleitores de Lula não querem a família Bolsonaro no poder.

JOÃO GUILHERME PARTICIPA DE ATO EM PROL DE LULA

João Guilherme esteve na terça-feira (13) em um ato a favor de Lula (PT) que aconteceu em São Paulo. Em certo momento, o filho de Leonardo discursou. "A gente está aqui hoje, acho que num misto de esperança e de medo, isso está unindo todo mundo aqui", apontou o famoso.

"E eu nego a viver num país onde esperança signifique ingenuidade. A gente está aqui hoje pela democracia, não é a direita, não é a esquerda apenas, é sobre democracia. E democracia tem que parar de ser só uma palavra bonita. A gente tem que ver ela na educação, na saúde, no trabalho digno para o nosso povo", indicou o astro.

"A gente tem que ver democracia no direito de existir sem medo, de amar quem se ama. Então eu não sei muito bem o que falar e nem esse tom de se dizer nesse palco, mas obrigado todo mundo que está aqui, a gente precisa botar a nossa cara na rua, a gente precisa usar a nossa voz", afirmou o artista.

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