Luana Piovani desabafou nas redes sociais sobre a possibilidade de seu filho caçula, Bem, ir morar no Brasil com o pai, Pedro Scooby, repetindo a decisão do primogênito, Dom. A atriz declarou que, apesar da dor profunda, aceitará a vontade do menino sem impor conflitos, priorizando o amor materno. A reflexão emocionou a web e ganhou a análise de uma advogada de família sobre a autonomia dos filhos e o impacto desse processo para as mães, com a qual a artista concordou integralmente.
A atriz Luana Piovani movimentou as redes sociais nesta segunda-feira (31) ao repostar a análise de uma especialista sobre a possibilidade de seu filho caçula, Bem Piovani, de 11 anos, decidir morar com o pai, o surfista Pedro Scooby. A reflexão teve início após uma seguidora prever que o menino seguiria os passos do irmão mais velho, Dom, que deixou Portugal para morar no Brasil com o pai.
Na ocasião, diante do comentário da internauta: "Lindo de ver! Prepara, sinto que ele também pedirá para morar aqui no Brasil perto do pai e irmão (irmãos) breve, breve!", Luana abriu o coração e respondeu com um desabafo emocionante sobre a dor de uma possível nova mudança na dinâmica familiar:
"O caminho de espinhos já foi aberto, segue pedaços meus ali, mas retirarei as pedras do chão para o mais novo passar pisando no meu coração e eu tentando disfarçar a dor, enquanto desejo que Deus o acompanhe. Esse é o verdadeiro amor."
Além dos dois meninos, Luana também é mãe de Liz, que é gêmea de Bem.
Análise jurídica e repercussão da declaração
O posicionamento da artista chamou a atenção da advogada especialista em Direito de Família Vanessa Paiva, que destrinchou a fala da atriz em um vídeo repostado pela própria Luana. A jurista destacou a sensibilidade e o peso emocional da resposta de Piovani:
"Será que outro filho da Luana Piovani vai morar com o pai? A Luana postou algumas fotos e uma seguidora dela insinuou que talvez o Bem, o filhinho mais novo dela, também queira ir morar com o pai. Então a Luana deu uma resposta que surpreendeu."
A advogada continuou a análise pontuando a metáfora usada pela atriz sobre o "coração partido" e a aceitação do desejo do filho, caso ele decida se mudar:
"Ela disse que dessa vez, se o Bem quiser ir morar com o pai, ele não vai mais passar por um caminho de pedras, ou seja, ela não vai ficar brigando. Ela falou: 'Ele vai pisar pelo meu coração'. Eu achei de uma sensibilidade e eu me emocionei tanto."
Em seguida, Vanessa abordou o impacto emocional que tal situação causa nas mães, independentemente de classe social ou dedicação à maternidade, ressaltando que os filhos possuem autonomia e vontades próprias:
"Só uma mãe sabe a dor que é imaginar perder a guarda, a residência de um filho. Nenhuma mãe deveria passar por isso."
"Isso atinge várias classes sociais, não importa se você é uma mãe maravilhosa ou se você é uma mãe eventualmente relapsa. Se o filho quer, ele quer."
"E por isso que eu digo o seguinte: a gente não pode se anular por filho. Olha que triste isso, porque o filho, ele é um indivíduo, ele tem as vontades dele, ele não é propriedade de ninguém. Pode ser que hoje ele esteja morando com você, amanhã ele queira experimentar morar com o pai, e faz parte."
Ao compartilhar o conteúdo em seu perfil, Luana Piovani demonstrou total concordância com os argumentos da especialista:
"Falou tudo, mana."
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