A atriz Kátia D'Angelo usou as redes sociais para homenagear o filho Roni no dia em que ele completaria anos, relembrando a dor de seu assassinato em 1997, aos 26 anos, no Rio de Janeiro. Vítima de mais de 15 tiros em um crime nunca solucionado, o jovem enfrentava bipolaridade e dependência química, mas estava sóbrio havia dois anos quando faleceu. Conhecida por papéis marcantes nas décadas de 1970 e 1980, a artista desabafou sobre a saudade incessante e a complexa relação que viveram em família.
A passagem dos anos não diminuiu a dor de Kátia D'Angelo pela morte do filho Roni, assassinado em 1997, aos 26 anos. No aniversário do primogênito, a atriz compartilhou uma fotografia antiga ao lado dele e do caçula Thiago, atualmente com 48 anos, e voltou a falar sobre a saudade que carrega desde a tragédia. "Hoje tem festa do Roninho no céu. Te amo meu filho. A saudade não tem fim. Como você era lindo. Como você me faz falta. Que Deus te tenha e leve meu amor à você", escreveu ela em uma publicação no Facebook.
Filho de Kátia com Ronald D'Angelo, seu primeiro marido, Roni morreu após ser atingido por mais de 15 tiros. O corpo foi localizado na favela Vila Aliança, na Zona Norte do Rio de Janeiro. As circunstâncias do assassinato nunca foram completamente esclarecidas, e o episódio recebeu grande repercussão na imprensa naquele período. Anos depois, a atriz voltou a abordar a história e revelou detalhes da convivência com o filho, que enfrentava problemas relacionados à saúde mental e ao uso de drogas.
Atriz revelou momentos difíceis da relação
Em entrevista concedida ao site Glamurama em 2017, duas décadas após a morte de Roni, Kátia D'Angelo contou que o filho havia passado por períodos de dependência química e diversas internações. Segundo ela, porém, ele estava sem usar drogas havia mais de dois anos quando foi morto. "O Ronny teve envolvimento com drogas, mas estava limpo havia mais de dois anos. Foram várias internações, não só pelas drogas, mas por causa da bipolaridade", relatou na ocasião.
A atriz também revelou que a convivência familiar foi marcada por episódios extremos durante os períodos de crise. "Ele vivia nos extremos, e isso tudo era resolvido dentro de casa. Tentou me matar duas vezes, mas logo depois dizia que me amava. Nunca revelei isso numa entrevista", afirmou ao Glamurama. Conhecida por trabalhos na televisão e no cinema durante as décadas de 1970 e 1980, Kátia atuou em produções como O Caso Claudia, Fulaninha, Anjo Mau, Pecado Rasgado e O Amor é Nosso.
Siga o canal da Contigo no Instagram e fique por dentro das notícias mais bombásticas dos famosos, bastidores da TV e novelas.