Gracyanne Barbosa enfrenta momento delicado e revela o que ainda a assombra após lesão

Influenciadora voltou à competição da Globo depois de grave lesão e contou ao portal LeoDias como tem lidado com o impacto físico e emocional da recuperação

2 out 2026 - 19h12
Resumo
Gracyanne Barbosa enfrenta desafios físicos e emocionais em seu retorno ao Dança dos Famosos após romper um tendão na edição anterior. Em recuperação de cirurgia no joelho, a influenciadora lida com dores, inchaço e punções frequentes, além de uma intensa rotina de fisioterapia para aguentar os ensaios. Ela revelou que as memórias do acidente afetam seu equilíbrio e concentração, mas encara a competição como um processo de superação para recuperar a confiança e o amor pela dança.

Gracyanne Barbosa está vivendo uma espécie de reencontro com um dos maiores desafios de sua trajetória. Depois de sofrer uma grave lesão durante sua participação anterior no Dança dos Famosos, a influenciadora retornou à competição em 2026 ainda em processo de recuperação e precisando lidar não apenas com as exigências físicas, mas também com as lembranças do acidente.

Gracyanne Barbosa
Gracyanne Barbosa
Foto: (Reprodução: Instagram) / Contigo

No ano passado, Gracyanne rompeu um tendão durante uma apresentação de lambada e precisou passar por cirurgia. Agora, enquanto encara novamente os ensaios e apresentações do programa da Globo, ela segue realizando tratamento no joelho e revelou, em entrevista exclusiva ao portal LeoDias, que ainda sente dores.

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Recentemente, a musa fitness precisou passar por uma punção para retirar líquido acumulado na região operada. O procedimento faz parte da rotina de cuidados que ela vem mantendo para conseguir continuar na competição.

Retorno ao Dança também é um desafio emocional

Para Gracyanne, voltar ao palco do programa não significa apenas retomar as coreografias. A experiência anterior deixou marcas que ainda interferem na maneira como ela encara determinados movimentos.

"Não só fisicamente, acredito até que mais mentalmente, porque na primeira dança, por exemplo, eu tive aquela memória de ter me machucado no palco. Então eu estava com muito medo, ainda estou passando por esse processo de a cada dança de ter um pouquinho mais de segurança", disse.

A influenciadora revelou ainda que enfrentou uma situação frustrante durante um dos ensaios mais recentes. Ao tentar utilizar salto para a próxima apresentação, percebeu que ainda não conseguia se equilibrar como gostaria.

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"Hoje até aconteceu uma situação que eu fiquei um pouco frustrada. A próxima dança seria de salto, eu calcei o salto e não consegui ter equilíbrio. Então fiquei chateada, e aí veio o mesmo sapatinho que eu usei no passado quando eu sofri a lesão e operei."

Rotina inclui ensaios e fisioterapia

Mesmo diante das dificuldades, Gracyanne afirma estar feliz por ter conseguido retornar ao programa. Para conciliar a preparação com a recuperação, ela mantém uma rotina intensa de fisioterapia e ensaios.

"Esse processo é difícil, mas assim, eu estou bem feliz de poder ter retornado e de estar dando certo. Eu vou para fisioterapia e vou para o Dança, ensaio e volto para fisioterapia, porque os movimentos são diferentes", acrescentou ela, que faz fisioterapia pelo menos duas vezes ao dia.

A exigência física dos ensaios, entretanto, faz com que o joelho reaja ao esforço. Segundo Gracyanne, o inchaço e o acúmulo de líquido são alguns dos obstáculos enfrentados durante o processo.

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"Então a demanda acaba sendo mais puxada, eu ensaio e meu joelho incha. Faço punção para tirar o líquido inflamatório, aí choro de dor, vou pro dança e volto. Está sendo assim nessa pegada assim com muita fisioterapia, recuperação e tentando ensaiar e me dedicar o máximo possível, claro", contou.

Gracyanne admite que ainda não recuperou a confiança

A experiência deste ano também tem sido diferente da participação anterior. Gracyanne reconhece que ainda não possui a mesma segurança que tinha antes da lesão, mas encara cada apresentação como uma etapa para recuperar a confiança.

"Eu não consigo ter a segurança que eu tinha no ano passado, mas a cada dia eu acho que eu vou me superando e eu acredito que eu precisava muito disso. Esse ano não tá sendo só participar do Dança, é voltar a acreditar que eu posso realizar essas coisas e voltar a dançar, por exemplo, que é uma coisa que eu amo."

As dores também continuam presentes no cotidiano da influenciadora. O esforço provocado pelos ensaios acaba aumentando o desconforto e, em alguns momentos, interfere até na concentração necessária para aprender as coreografias.

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"Ainda sinto bastante incômodo, o que é normal, assim, as dores, até porque ainda tá nesse processo inflamatório. Ainda que eu não estivesse dançando, eu sentiria dor, mas é claro que com a demanda dos ensaios a dor aumenta. E quando incha, eu sinto mais dor, então isso também é difícil às vezes de me concentrar para aprender a coreografia. Então tudo isso está sendo uma questão que mentalmente eu estou vencendo devagarzinho", falou.

Memória da lesão ainda interfere nos movimentos

Apesar de não afirmar que vive com medo constante de sofrer uma nova lesão, Gracyanne explicou que a lembrança do acidente ainda influencia algumas decisões automáticas durante as coreografias.

"E assim, não é que eu tenho medo de me machucar novamente. Todo mundo tá suscetível a se machucar. Mas eu acho que o que fica ainda na memória e no cérebro é o momento que aconteceu e a dor, né? O cérebro, ele demora pra desconectar a dor que a gente sentiu. Às vezes, parece que eu sinto a dor antes até de fazer o movimento", completou.

Segundo ela, essa reação chegou a aparecer durante uma apresentação em grupo, quando precisou realizar uma mudança de direção na coreografia.

Experiência virou aprendizado para a influenciadora

Gracyanne contou que a lembrança da lesão chegou a afetar sua execução em uma coreografia coletiva. O receio de repetir determinados movimentos fez com que ela tomasse uma direção diferente da prevista, mesmo sem sentir qualquer incômodo naquele momento.

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"Eu passei muito isso na coreografia em grupo. A virada era pro lado esquerdo e eu, automaticamente, virar pro lado direito. E assim, não tinha nada me incomodando. Mas o cérebro já vai pro lado direito pra proteger. E aí, em grupo, foi muito difícil. Eu estava com medo de atrapalhar o grupo, do grupo perder ponto. Mas assim, graças a Deus, eu tive um grupo muito paciente. Deu tudo certo, a gente ficou em primeiro. Mas eu tô aprendendo muito, muito mesmo nesse processo. De paciência, respeitar. A lidar com a frustração, a entender que, poxa, hoje não deu. Tipo, hoje não deu pra usar salto. Bom, quem sabe na próxima dança eu vou sentir mais segurança", concluiu.

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