Badarik González, ex-genro de Ana Maria Braga, desabafou nas redes sociais sobre as dificuldades que enfrenta após ser preso por suposto furto e responder em liberdade. O colombiano relatou o impacto do julgamento público em sua vida profissional, que o levou a perder o emprego, defendeu sua inocência e expressou profunda dor pela falta de contato com os filhos. Apesar do momento turbulento, ele afirmou manter a resiliência e a esperança para seguir em frente.
Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis e ex-genro de Ana Maria Braga, usou as redes sociais para um desabafo profundo sobre o período que vive após a separação. No relato, o colombiano falou sobre as dificuldades para conseguir trabalho, negou que existam provas claras das acusações que enfrenta e tocou no ponto mais doloroso: a saudade dos filhos.
O desabafo vem em um momento especialmente turbulento para Badarik. Em junho, ele foi preso em Minas Gerais durante um festival sob acusação de furtar um anel de prata. Conseguiu liberdade provisória e passou a cumprir medidas cautelares, mas o episódio agravou ainda mais sua imagem pública e impactou diretamente sua vida profissional.
Ele contou que vinha trabalhando como autônomo, dando aulas de ioga, fazendo encomendas de doces e atuando como cozinheiro, mas acabou sendo dispensado de um emprego mais recente. "Consegui um trabalho no bairro Demétria, mas, como muitas vezes acontece em uma sociedade que julga pelas aparências e tira conclusões sem perguntar diretamente ou investigar, as coisas acabaram se complicando. Os clientes diminuíram e, por diversos motivos, os donos foram obrigados a me dispensar."
Sobre as acusações que enfrenta, foi direto. "Respondo justamente àqueles que enxergam apenas aparências, BOs ou medidas, sem investigação, sem ouvir os envolvidos e sem provas claras."
O trecho mais emocionante do desabafo foi sobre os filhos. "Já se passou mais um mês sem ter você por perto ou, pelo menos, sem receber uma ligação dos seus filhos. Eu não desejo essa dor a ninguém."
Apesar das dificuldades, Badarik encerrou com resiliência. "Dói. Mas seguiremos fortes. Nos últimos meses, tantas pessoas perderam tudo, e eu só posso agradecer a Deus por ainda ter saúde, fé e a oportunidade de seguir um dia de cada vez. Com saudade, mas também com esperança."