Ex-Usurpadora Gaby Spanic fica em prantos com tragédia na Venezuela: 'Meu povo já sofreu demais'

Atriz venezuelana conhecida pela Usurpadora desabafou nas redes sobre o terremoto que devastou a Venezuela

25 jun 2026 - 13h05

Foi de madrugada, visivelmente emocionada, que Gaby Spanic veio às redes sociais desabafar. A atriz venezuelana, eternamente lembrada por interpretar as irmãs gêmeas Paola e Paulina Bracho na novela Usurpadora, não conseguiu conter a dor ao acompanhar as imagens da destruição causada pelo terremoto que atingiu a Venezuela nesta quarta-feira.

Foto: Mais Novela

O país foi sacudido por dois tremores em sequência, com magnitudes 7,2 e 7,5, sendo o segundo o mais intenso registrado na Venezuela em mais de um século. O saldo oficial até o momento é de ao menos 164 mortos e 971 feridos, com estado de emergência declarado pela presidenta interina Delcy Rodríguez, números que autoridades americanas estimam que possam ser muito maiores.

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"Hoje foi um dia muito difícil", começou Gaby, que atualmente vive no México, onde construiu sua carreira internacional. "Estou cansada. Peço a Deus que faça justiça pela Venezuela e pelos venezuelanos, porque eles já sofreram demais. Xenofobia, injustiças, roubos, persecuções, difamações… é demais. Agora um terremoto. Eu não sei mais o que dizer, meu povo já sofreu demais."

A atriz pediu paz e justiça ao país. "É muito difícil. Que Jesus não permita mais nada, mostre paz, que se caem as máscaras, que os venezuelanos tenham justiça em todas partes do mundo. Não quero me fazer de vítima, mas me dói."

Gaby também revelou o dilema que carrega por morar fora do país. "Eu tenho minha alma ferida, como todos os venezuelanos do mundo, porque não foi fácil para nós. É um vazio. Estamos muito renegados pelo mundo, sofrendo. Tento seguir adiante aqui no México. Eu quero voltar ao meu país, mas eu me assusto. Que Deus tenha misericórdia de nós."

Por fim, a artista encerrou com um apelo direto à comunidade internacional. "A Venezuela não está preparada para este tipo de desgraça. Não tem equipamento, ambulâncias. Eu peço a todos os países do mundo, ajudem meu país, enviem ajuda. O que aconteceu foi terrível. Não temos a capacidade de salvar tantas pessoas inocentes."

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