Aclamado por viver o paleontólogo Dr. Alan Grant em "Jurassic Park", Sam Neill acabou se tornando alvo de várias e duras críticas não por culpa dele mesmo e sim do diretor do filme, Steven Spielberg. Diagnosticado com câncer há cinco anos, o ator adepto de um tratamento inovador contra a doença morreu aos 78 anos nesta segunda-feira (13) de causas não reveladas pela família.
No clássico filme dos anos 1990, Neill adotou um sotaque que misturava o inglês e o neozelandês. E claro que coube a Spielberg ter sido o criador desse sotaque e insistido para o ator o usar em cena no primeiro dia das gravações.
Quem fez a revelação foi o próprio Neill ao "Vanity Fair". "Ele veio falar comigo no meio do dia e disse: 'Ei, Sam, sabe aquele sotaque sobre o qual conversamos?' Eu respondi: 'Sim, estou trabalhando nele há quatro semanas...'.Ele disse: 'Não se preocupe com isso, use a sua própria voz'", iniciou o artista, que deixa uma vinícola, outra de suas paixões.
'Uma porcaria': reação de Sam Neill sobre voz em 'Jurassic Park'
Acontece que não demorou muito para que o cineasta de "E.T." e "Tubarão" repensasse. "Eu disse: 'Ótimo, Steven, muito obrigado'. E, quatro dias depois, ele veio até mim e disse: 'Sabe essa voz que você está usando agora?'. Eu respondi: 'Sim, a minha voz?. Ele disse: 'Algo entre os dois'", revelou Sam Neill, que bem antes da morte já havia feito um plano sobre seu funeral.
"É o pesadelo de qualquer ator", completou o ator, mais um famoso a sair de cena em 2026. "É por isso...
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