A imprensa repercutiu pouco o evento ‘O Farol e a Forja’, realizado entre 24 e 26 de julho, em São Paulo.
Mais conhecido como ‘curso de homens’ do ator Juliano Cazarré, teve cerca de 600 participantes nas dependências da Uni Italo, universidade católica que tem o artista como garoto-propaganda.
Entre os palestrantes, além do próprio idealizador da maratona, estava a ex-repórter do ‘Vídeo Show’ Mônica Salgado, ascendente voz feminina da direita.
Também subiu ao palco o ator Nelson Freitas, famoso por trabalhos no humor e na teledramaturgia da Globo, para falar sobre o valor do otimismo.
A mulher de Cazarré, a jornalista e bióloga Letícia Cazarré, relembrou alguns momentos históricos para estimular que o homem crie uma nova visão de futuro ao lado da esposa.
Quem esperava algo semelhante às dinâmicas barulhentas lideradas por coaches motivacionais e aos momentos de catarse coletiva dos Legendários nas montanhas encontrou um ambiente calmo e intelectualizado.
A parte religiosa teve missa com o padre Julinho, conhecido na internet por falar sobre a vida conjugal e o papel do marido na família.
O pastor Anderson Silva integrou um painel sobre masculinidade bíblica.
Um participante disse à coluna que houve, em alguns momentos, o incentivo para que os homens presentes passassem a praticar efetivamente a fé, especialmente dentro do Catolicismo.
Nos momentos de descontração, o público pode comer churrasco e pizza, degustar vinhos e chopp.
“Sucesso total”, definiu Juliano Cazarré. Ele comentou a torcida de parte numerosa da internet pelo fracasso do evento. “O diabo sempre trabalha para Deus.”
O ator sinalizou a intenção de realizar edições de ‘O Farol e a Forja’ em outras cidades do país.