A cantora Ludmilla venceu a ação judicial em que era acusada de plágio pelo compositor Reynaldo Veríssimo da Purificação devido à música "Vem Amor, Bate e Não Para", lançada em 2018. O autor alegava cópia de sua obra "Essa é Minha Tara" e pedia R$ 200 mil de indenização, além de inclusão nos créditos. A juíza Milena Drumond Morais julgou o pedido improcedente, baseando-se em decisão anterior que já havia descartado plágio ou ato ilícito. Com o veredito favorável, a artista receberá 10% do valor da causa.
Processada em ação de plágio desde março de 2022, Ludmilla saiu vitoriosa na ação envolvendo a música "Vem Amor, Bate e Não Para", lançada em 2018. O compositor Reynaldo Veríssimo da Purificação havia apontado que a canção da funkeira era plagiada de sua obra "Essa é Minha Tara".
Em 2023, o músico solicitou a inclusão de seu nome para constar como coautor e uma multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento, fora R$ 200 mil de indenização de danos morais. Na época do início do processo, a Warner também aparecia como ré.
Passados mais de quatro anos, a juíza Milena Angélica Drumond Morais ao analisar o caso considerou improcedente o pedido feito por Reynaldo. Para a magistrada, como anteriormente foi reconhecida a ilegitimidade passiva em outro processo, a Warner Chappnell não poderia responder ao processo.
O processo contra Ludmilla por plágio
Isso porque a editora havia cedido os direitos patrimoniais da música à funkeira e mulher da bailarina Brunna Gonçalves, que assumiu responsabilidade inteiramente pela "originalidade da música", relata o "Metrópoles". Ao mesmo tempo, a juíza analisou ainda uma outra ação, esta de autoria da Link Records Produções e Entretenimentos Ltda, detentora dos direitos patrimoniais de "Essa é Minha Tara".
Esse processo foi encerrado há quase um ano - em 18 de dezembro passado - com o entendimento que não ocorreu nem plágio muito menos "ato ilícito" por parte dos réus.
O que Justiça disse sobre processo contra Ludmilla?
Acabou sendo fator determinan...
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