Milly Alcock finalmente estreou como Supergirl no filme homônimo de Craig Gillespie. Depois de uma breve aparição em Superman, a super-heroína agora encara sua própria aventura intergaláctica, se unindo a uma aliada inesperada para buscar vingança e justiça contra um inimigo impiedoso. Entrando de vez no universo de um dos maiores heróis dos quadrinhos, a atriz não apareceu, porém, sem prestar uma homenagem ao clássico dos anos 70 que deu início à jornada do personagem kryptoniano nos cinemas.
"Minha capa neste filme [Supergirl] foi refeita usando parte do tecido da capa original do Super-Homem", revelou Alcock no podcast Raiders of the Lost. "Eles descobriram que havia, tipo, 16 metros desse tecido, então, sim, ele está na parte de trás da minha capa agora."
Um detalhe como esse resgata o legado dos primeiros filmes do Super-Homem, interpretado, na época, nas décadas de 70 e 80, pelo astro Christopher Reeve, que encabeçou quatro obras do herói Clark Kent e se tornou o rosto mais simbólico e lembrado no papel. Um olhar para essas minúcias também representa a dedicação da equipe criativa de James Gunn de renovar a história do ícone da DC sem esquecer o passado.
Afinal, os esforços de Gunn — que, além de cineasta, agora ocupa a cadeira de diretor e CEO dos estúdios da DC — é reformular o universo…
Artigo original publicado em AdoroCinema