Meghan costuma ‘interromper’ Harry e 'sumir' de reuniões quando algo não a agrada, diz revista

Comportamentos e falhas de comunicação teriam desgastado o relacionamento do casal com a Netflix

18 mar 2026 - 17h52
Meghan e Harry
Meghan e Harry
Foto: Aaron Chown/PA Images / Getty Images

Uma série de comportamentos do casal Meghan e Harry teria sido responsável pelo desgaste da parceria com a Netflix. Os dois possuem um contrato com a plataforma, pela qual lançaram, em 2022, uma série documental sobre o afastamento da família real. Os detalhes foram revelados pela revista norte-americana Variety.

Segundo o veículo, a empresa do casal, Archewell Productions, tem enfrentado dificuldades para entregar conteúdos que agradem à gigante do streaming. Fontes próximas afirmam que o padrão dos Sussex de vender “versões requentadas” da mesma história sobre a saída da vida real esgotou a paciência dos executivos, e o clima atual seria de “Chega”. 

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O desgaste teria começado com a entrevista bombástica concedida a Oprah Winfrey, em março de 2021, pouco antes do lançamento da série documental. Embora não existam evidências de violação contratual, a plataforma teria ficado irritada com a falta de comunicação. Posteriormente, a Netflix questionou se um contrato para o livro de memórias de Harry afetaria o ineditismo da produção em vídeo.

Durante a edição da série, fontes afirmaram que Meghan solicitou a remoção de trechos que poderiam “perturbar” a família real, dado o falecimento recente da Rainha Elizabeth II. No entanto, para alguns executivos, a impressão era de que o casal estava poupando material exclusivo para o livro de Harry.

Apesar do desejo de manter uma carreira na indústria, o casal tem enfrentado bastante resistência em Hollywood. “Acontece que Meghan Markle não se provou um grande talento de áudio ou de qualquer outro tipo. Ser famoso não significa ser ótimo em algo”, disparou o executivo Jeremy Zimmer em uma conferência em Cannes.

De acordo com a revista, os Sussex não produziram um único projeto roteirizado em quase seis anos de contrato. Em reuniões, Meghan, que diz ver Hollywood como seu domínio, tenderia a interromper ou reformular as falas do Príncipe Harry, chegando a lhe dar toques no braço ou na coxa para sinalizar o momento de parar.

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O advogado de Meghan, Michael Kump, afirmou à Variety que essa alegação parece "calculada para reforçar uma caracterização misógina" de que ela comandaria o marido. Harry, por sua vez, classificou a afirmação como “categoricamente falsa”.

Fontes citadas pela revista também mencionam que Meghan costumava "desaparecer" por longos períodos em chamadas de vídeo pelo Zoom. As equipes eram informadas, posteriormente, de que sua ausência se devia ao fato de ela ter se sentido ofendida por algo dito na reunião. Sobre isso, a defesa alegou que Meghan trabalha em casa e cuida de crianças pequenas, o que frequentemente exige desligar a câmera ou o áudio de forma inesperada.

"Quase todos os profissionais podem confirmar a necessidade de desligar o áudio ou a câmera durante uma reunião virtual em algum momento das muitas horas de chamadas de negócios virtuais", pontuou Kump. 

Fonte: Portal Terra
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