Já em cartaz nos cinemas brasileiros, Michael faz uma retrospectiva da jornada de Michael Jackson desde a infância nos Jackson Five até o estrelato absoluto da carreira solo. Fora os maiores sucessos, a cinebiografia também promete representar nas telas momentos pessoais da juventude do Rei do Pop fora dos palcos, incluindo os mais desafiadores.
Entre os pontos tocados pelo filme de Antoine Fuqua está o difícil processo do cantor com o vitiligo. Em algumas cenas, o assunto é abordado explicitamente e, com o passar da trama, é perceptível que a caracterização fez com que a pele de Jaafar Jackson fosse ficando progressivamente mais clara.
Para Jaafar, que é o próprio sobrinho de Michael, foi importante que a produção evidenciasse que o tio convivia com uma doença autoimune que afetava sua pele e não clareava a pele apenas por questões estéticas, como a imprensa apontou por muitos anos:
"O maior mito sobre ele é que ele queria ser branco. Isso é um grande equívoco e este filme dá uma compreensão maior do que realmente se trata. O vitiligo teve um impacto na vida dele e muitas pessoas não entendem bem o que [a doença] é e como ele lidou com isso desde cedo", argumentou Jaafar em entrevista ao Extra.
Michael Jackson rebateu acusações de clarear a pele para deixar de ser negro ainda em vida
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Artigo original publicado em AdoroCinema
Por que Janet Jackson não é mencionada na cinebiografia de Michael Jackson?