A segunda temporada de Dexter: Ressurreição avança a trama com um salto temporal de três anos após os eventos do primeiro ano. Na estreia, Dexter Morgan revela ter eliminado criminosos em Seattle e Nova York antes de enfrentar um novo assassino que aterroriza a cidade. Paralelamente, o intervalo destaca a evolução de seu filho, Harrison, que aos 21 anos ainda lida com os traumas e dilemas gerados pelo passado sombrio do pai e pelas consequências de ter atirado contra ele no desfecho anterior.
Michael C. Hall completa duas décadas na pele de Dexter Morgan e a segunda temporada de Dexter: Ressurreição evidencia bem essa trajetória. Nos novos episódios, o serial killer se vê confrontado por um jovem assassino que passa a aterrorizar Nova York, como ele fazia no passado, e pelo legado de um veterano nos homicídios em série.
Um dos recursos narrativos utilizados pela série para avançar a narrativa e atualizar a configuração dela foi um salto temporal. A segunda temporada de Dexter: Ressurreição se passa três anos depois dos acontecimentos do season finale da primeira.
O que muda em Dexter: Ressurreição após salto temporal de três anos?
Para situar os espectadores, a temporada, que estreou no dia 30 de outubro, começa com uma recapitulação narrada por Michael C. Hall atualiza o público do que Dexter estava fazendo entre as duas temporadas. Nela, ele conta que rastreou e matou o Estripador da Meia-Noite em Seattle e o Assassino de Yonkers em Nova York a partir dos arquivos de Leon Prater (Peter Dinklage).
Nesse intervalo, o maior impacto foi sofrido por Harrison Morgan (Jack Alcott), o filho do protagonista que, da última vez que o vimos, tinha 18 anos e lidava com o trauma de ter atirado no pai e com os dilemas que o passado dele impõe sobre ele. Agora, passados três anos, ele dedica-se à s…