Dr. Cássio Vilhena aponta transformação na escultura corporal e reforça papel do Brasil na cirurgia plástica global

Especialista destaca tendência de procedimentos personalizados, menos invasivos e com ainda mais atenção à segurança do paciente

17 abr 2026 - 12h59
(atualizado às 13h20)

O Brasil, há anos reconhecido como uma das maiores potências mundiais em cirurgia plástica, vive agora uma nova fase, e ela vem cheia de mudanças. A escultura corporal, que antes era associada apenas à retirada de gordura, ganha um olhar mais amplo e estratégico, envolvendo harmonia estética, qualidade da pele e, claro, segurança em primeiro lugar.

Quem explica esse movimento é o cirurgião plástico Dr. Cássio Vilhena. Para ele, o futuro da área passa, principalmente, por personalização e responsabilidade médica.

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Segundo o especialista, uma das principais transformações já em curso é o fim dos padrões estéticos engessados. "A escultura corporal está deixando de ser vista apenas como retirada de gordura e passando a ser tratada como um planejamento global do contorno corporal", afirma.

E essa mudança não acontece só por aqui. Dados da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS) mostram que o Brasil segue entre os países com maior volume de procedimentos estéticos do mundo, o que reforça seu papel importante no desenvolvimento de novas técnicas.

Mas, para Vilhena, estar no topo vai muito além dos números. "Liderança real não se sustenta apenas com volume ou inovação comercial. Ela depende de ciência, responsabilidade, segurança e resultados consistentes ao longo do tempo", pontua.

Foto: Contigo

Futuro une tecnologia e personalização

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Se por um lado o olhar ficou mais humano, por outro, a tecnologia também ganhou protagonismo. Ferramentas de imagem, simulações e até inteligência artificial já começam a fazer parte da rotina médica, principalmente no planejamento pré-operatório e no acompanhamento pós-cirúrgico.

Ainda assim, o médico faz um alerta importante: a tecnologia não faz milagre sozinha. "Ela potencializa resultados quando existe indicação correta, experiência e critério no uso", destaca.

A própria Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica reforça que a qualificação do profissional continua sendo o principal fator para garantir segurança e bons resultados.

Outro ponto que ganha cada vez mais força é a personalização. Hoje, cada procedimento tende a ser pensado de forma única, levando em conta anatomia, qualidade da pele, estilo de vida, histórico clínico e, claro, as expectativas do paciente.

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E isso tem tudo a ver com um novo perfil: pacientes mais informados, atentos e exigentes. Relatórios da ISAPS também mostram um crescimento na busca por resultados mais naturais e harmônicos, deixando de lado transformações muito artificiais ou padronizadas.

Os procedimentos menos invasivos entram nessa mesma lógica, já que oferecem recuperação mais rápida e menos impacto na rotina. Mas o especialista faz uma ressalva importante: "Isso não significa que técnicas mais complexas deixaram de existir. Em alguns casos, elas continuam sendo a melhor indicação".

Inteligência artificial e limites éticos

A inteligência artificial surge como uma aliada promissora, especialmente na análise de imagens e na previsão de resultados. Mas, como tudo na medicina, exige cautela. "A cirurgia não pode ser guiada por uma promessa visual ou uma simulação idealizada. A decisão depende de exame clínico, julgamento médico e responsabilidade profissional", explica Vilhena.

Além disso, o crescimento das redes sociais e a busca por resultados rápidos também trazem novos desafios para a área, tanto para pacientes quanto para profissionais.

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Nesse cenário, saber dizer "não" pode ser tão importante quanto dominar técnicas avançadas. "Nem tudo que o paciente deseja é, de fato, a melhor indicação", ressalta.

Para o médico, ética, atualização constante e excelência técnica são fundamentais para manter a credibilidade na profissão.

Brasil segue como referência global

Com tradição sólida, formação médica reconhecida e um olhar estético valorizado no mundo todo, o Brasil deve seguir como destaque na cirurgia plástica.

Mas, segundo Vilhena, essa liderança não está nos números, e sim na consistência. "No fim das contas, o que garante um resultado seguro, natural e duradouro não é o equipamento isoladamente, mas a mão que conduz todo o processo", afirma.

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Com um público cada vez mais exigente, ele reforça que o grande diferencial continua sendo a relação construída com o paciente. "A confiança, baseada em verdade, resultado e coerência, seguirá sendo o ponto central de qualquer bom trabalho", finaliza.

CRM: 54022 | RQE: 25287

Instagram: @dr.cassiovilhena

Foto: Contigo

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