Dia do Gaúcho: confira 8 hábitos imperdíveis para viver o 20 de Setembro em Porto Alegre

Seja você um gaúcho "da gema", de coração ou um visitante querendo entender a força dessa cultura, viver esta data na capital exige cumprir certos rituais

20 set 2026 - 09h24
Resumo
O Dia do Gaúcho, em 20 de Setembro, mobiliza Porto Alegre com fortes tradições da Guerra dos Farrapos. A celebração na capital reúne rituais típicos que incluem trajar pilcha ou lenço, tomar chimarrão e ouvir música nativista. A rotina do feriado destaca o Desfile Farroupilha na Beira-Rio, a movimentação nos galpões do Acampamento Farroupilha no Parque Harmonia, a gastronomia com churrasco e carreteiro de charque no tacho, além do clássico encontro ao pôr do sol na Orla do Guaíba.

O Dia do Gaúcho, data em que se presta homenagens a tradição e motivadas pela história da Guerra dos Farrapos, não é um feriado qualquer na capital. Em Porto Alegre, o 20 de Setembro transforma o ritmo da cidade, enchendo as ruas, parques e praças com o cheiro de churrasco, o som do nativismo e o verde, amarelo e vermelho da bandeira do Rio Grande do Sul.

Foto: Magnific / Porto Alegre 24 horas

Seja você um gaúcho "da gema", de coração ou um visitante querendo entender a força dessa cultura, viver esta data na capital exige cumprir certos rituais.

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Confira 8 hábitos tradicionais e imperdíveis para curtir a data em Porto Alegre:

1. Passar o dia no Acampamento Farroupilha (Parque Harmonia)

É o epicentro da celebração. Visitar os centenas de galpões montados no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho (Harmonia), ver as pilchas elaboradas e sentir a hospitalidade dos CTGs é a tradição número um de qualquer porto-alegrense na data.

2. Garantir o churrasco

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O almoço do 20 de Setembro é sagrado: costelão de chão ou churrasco em família e entre amigos. Seja no piquete do acampamento, na churrasqueira do condomínio ou nos parques, o fogo de chão aceso logo cedo é regra.

3. Montar o chimarrão perfeito com erva nova

Dia do Gaúcho pede cevador a postos. A cuia e a bomba saem de casa logo cedo para acompanhar todos os momentos do dia. Na data, é de praxe caprichar no topete do chimarrão e usar uma erva bem fresca e verde.

4. Vestir a pilcha completa (ou pelo menos o lenço)

É o dia em que bombacha, bota, guaiaca, vestido de prenda e lenço (encarnado ou branco) saem do armário com orgulho. Mesmo quem não se pilcha por inteiro costuma colocar um lenço no pescoço para demonstrar o carinho pela data.

5. Assistir (ou acompanhar) o Desfile Farroupilha na Edvaldo Pereira Paiva

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A Avenida Edvaldo Pereira Paiva (Beira-Rio) vira palco para o tradicional desfile de cavalarianos, CTGs, entidades e brigadianos. Ver a passagem dos cavalos e das chamas crioulas à beira do Guaíba é um clássico da manhã do feriado.

6. Ouvir música nativista do amanhecer ao anoitecer

Ligar o rádio ou a caixa de som na playlist de milongas, chamamés, xotes e vanreios é inevitável. De Teixeirinha e Os Serranos aos nomes do nativismo contemporâneo, a trilha sonora do dia é 100% gaúcha.

7. Aproveitar o pôr do Sol na Orla do Guaíba

Depois de um almoço reforçado no galpão ou em casa, o destino da tarde é a Orla do Guaíba. Reunir a roda de mate nos gramados do trecho 1, 2 ou 3 para ver o sol se pôr é um ritual poético para fechar a data.

8. Comer carreteiro de charque no tacho

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Seja como prato principal no almoço ou para dar sustento no final da tarde, o arroz de carreteiro feito no tacho de ferro — bem temperado e acompanhado de ovo frito — é a comida de conforto que não pode faltar.

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