Com drones e radares, mapeamento do sítio arqueológico de Pompeia é concluído

Dados ajudarão a priorizar áreas a serem restauradas

14 abr 2026 - 12h49
(atualizado às 14h21)

Com a utilização de drones e radares, especialistas de diversas áreas concluíram o primeiro mapeamento e a catalogação do sítio arqueológico de Pompeia, no sul da Itália, o que permitirá determinar, com maior precisão, os elementos a serem restaurados e sua prioridade, informou o site Il Post.

Drones mapearam sítio arqueológico de Pompeia, na Itália
Drones mapearam sítio arqueológico de Pompeia, na Itália
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Os dados coletados na área com cerca de 1,2 mil estruturas, que incluem casas e negócios e totalizam mais de 13 mil cômodos, foram feitos com drones para produzir fotografias aéreas, além de radares para medir deformações do solo.

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As informações obtidas foram inseridas em um software que o Parque Arqueológico de Pompeia utilizará para determinar a prioridade das atividades de restauração: funcionários e colaboradores poderão assinalar eventuais problemas em tempo real, além de anexar imagens. Com isso, as atividades de manutenção e restauração devem se tornar mais direcionadas e eficientes, reduzindo seus custos.

Durante oito meses, os profissionais examinaram cada elemento de interesse do parque arqueológico, como pisos, paredes, afrescos, mosaicos e elementos arquitetônicos, elaborando um relatório individual com detalhes de conservação. No total, cerca de 70 mil formulários foram compilados.

As análises de mapeamento deverão se repetir mensalmente, de modo a monitorar eventuais danos estruturais, acúmulo de água ou crescimento de vegetação, assim como o andamento das obras. Já o trabalho de catalogação será refeito uma vez por ano. 

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