'Não sou médico, mas salvo vidas': como a tecnologia está redefinindo o setor da saúde

Caso da Rede D'Or mostra poder dos dados para inovar e humanizar a transformação digital no setor

21 jan 2026 - 10h43
(atualizado às 10h58)

Dona de mais de 80 unidades hospitalares pelo Brasil, a Rede D’Or cresceu seu portifólio nas últimas décadas e tem como um de seus principais desafios utilizar a tecnologia a favor da otimização dos esforços e da governança do enorme banco de dados obtidos junto aos pacientes, avaliado como o maior do país.

Neste episódio do videocast Líder com Líder, Marcelo Tanner (diretor executivo de vendas corporate e governo da Vivo) e Karina Baccaro (diretora executiva de marketing e operações B2B da Vivo) recebem Fábio Andrade (chefe de tecnologia da informação da Rede D’Or) para falar sobre como a transformação digital está revolucionando processos, decisões e experiências no setor de saúde.

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  • No videocast Líder com Líder, exploramos como tecnologias avançadas e análise estratégica de dados estão mudando a forma de operar, decidir e inovar. 

O episódio traz insights valiosos sobre:

  • Big Data e governança de dados: descubra por que são essenciais para inteligência artificial e decisões estratégicas.
  • Integração e eficiência: como padronizar processos e reduzir custos após aquisições.
  • Tecnologia que humaniza: IA para eliminar tarefas repetitivas e dar mais tempo ao médico para cuidar do paciente.
  • Conectividade crítica: Wi-Fi e infraestrutura como pilares para operações seguras e ágeis.
  • Inovação com propósito: como ideias ousadas transformaram a Rede D’Or na maior empresa de saúde da América Latina.

Mais do que falar de tecnologia, este episódio mostra como dados podem criar valor, melhorar experiências e impactar vidas.

"Eu não sou médico, mas eu salvo vida todos os dias. Sim, porque o meu trabalho faz com que eu contrate médicos melhores, compre equipamentos melhores. Então, todo dia, eu saio de casa, eu salvo alguém." - Fábio Andrade

Na conversa, Fábio conta ainda como a IA pode impactar positivamente o setor, não substituindo profissionais, mas sim atuando em funções burocráticas para que os médicos tenham mais tempo para se dedicar ao atendimento dos pacientes e ao estudo dos casos.

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“Acredito que a gente tem que ter muito pé no chão. Hoje mais de 90% dos projetos de IA estão fracassando. Essa é a grande verdade. E tem um motivo para isso: falta de governança de dados. Esse é o principal motivo”, apontou. “Eu acredito que toda essa facilidade que provavelmente a área de inteligência artificial vai trazer vai dar mais tempo ao médico para atender o paciente melhor. Deixa a parte burocrática para ela (IA) fazer. Eu não acredito que vai ajudar tanto em dar um diagnóstico novo, não acredito que esse seja o grande diferencial. Para mim, tarefa repetitiva é onde a IA vai resolver. Mas para isso eu tenho que ter governança de dados funcional, senão não vai não vai atender."

Assista ao episódio completo no YouTube ou ouça no Spotify e inspire-se para transformar seu negócio.

Fonte: Terra
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