O Brasil nunca foi um país de entrar em grandes combates com outras nações. Sua participação na Segunda Guerra Mundial foi pontual, atuando apenas no fronte italiano, principalmente na batalha de Monte Castelo. A Guerra do Paraguai é outro ponto de destaque da histórica bélica do nosso país: junto com a Argentina e o Uruguai, o Brasil foi responsável por dizimar entre 60% e 90% da população masculina paraguaia durante os seis anos de conflito. Porém, no cenário atual em que os Estados Unidos quer classificar facções criminosas brasileiras como terroristas (o que poderia justificar uma invasão) e os ânimos bélicos em todo o mundo estão elevados, as forças armadas precisam garantir que sejamos capazes de nos proteger.
Por isso, o exército entregou ao presidente Lula um plano de R$ 465 bilhões para atualizar os armamentos das forças. Entre a justificativa dada pelos militares está a incapacidade de combater drones como os usados pelos EUA contra o Irã. A "lista de compras" inclui a Sistema de Defesa Aérea Modular Aprimorada (EMADS ou Enhanced Modular Air Defence Solutions, em inglês) e Mísseis CAMM-ER (Common Anti-Air Modular Missile - Extended Range, mísseis modulares comuns antiaéreos de alcance estendido, em tradução livre), ambos fabricados pela MBDA, mísseis tácticos balísticos S+ 100 e drones de modalidades 0, 1, 2 e 3 com capacidades de combate. Entenda um pouco mais das capacidades desses armamentos.
Defesa antiaérea usa mesmo mísseis de fragatas da ...
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