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Exames de Imagem: Como Funcionam e Quando Fazê-los

Existem muitas opções quando pensamos em exames de imagem. Mas quais são eles e quando devem ser indicados? Acesse e saiba mais!

13 set 2023 - 18h23
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Exame de ressonância magnética
Exame de ressonância magnética
Foto: Envato Elements

Exames de imagem: como funcionam e quando devem ser realizados

Radiografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética ou ultrassonografia. Existem muitas opções quando pensamos em exames de imagem. Mas quais são eles e quando devem ser indicados?

De maneira geral, os exames de imagem são procedimentos médicos que utilizam tecnologia avançada para criar imagens detalhadas do interior do corpo. Existem diferentes tipos de exame de imagem, como radiografia, tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM), ultrassonografia e medicina nuclear.

A radiografia é um dos mais comuns, que utiliza raios X para produzir imagens bidimensionais do interior do corpo. Já a tomografia computadorizada é um exame de imagem que combina raios X e computadores para criar imagens transversais detalhadas de órgãos e tecidos.

A ressonância magnética utiliza um campo magnético e ondas de rádio para criar imagens detalhadas de órgãos, tecidos moles, ossos e articulações. A ultrassonografia, por sua vez, utiliza ondas sonoras de alta frequência para criar imagens em tempo real de órgãos internos, tecidos e fluxo sanguíneo.

A medicina nuclear envolve a administração de pequenas quantidades de substâncias radioativas para diagnosticar e tratar doenças. Os exames de imagem são frequentemente utilizados para auxiliar no diagnóstico de uma ampla variedade de condições médicas, como lesões, doenças cardíacas, câncer, problemas ortopédicos e doenças pulmonares.

Esses exames também podem ser úteis para monitorar a eficácia do tratamento e avaliar a progressão ou remissão de certas condições. A realização de exames de imagem é baseada na avaliação clínica do médico, levando em consideração os sintomas do paciente, histórico médico e outros fatores relevantes.

Exame de Raio X
Exame de Raio X
Foto: Envato Elements

Radiografia

O popular “raio X” é um dos procedimentos mais utilizados quando pensamos em exames de imagem. Tirar uma “chapa do pulmão”, por exemplo, é algo corriqueiro em qualquer hospital. Vamos conhecer alguns dos princípios e aplicações desse exame.

  • A radiografia é um exame de imagem amplamente utilizado que utiliza raios X para capturar imagens do interior do corpo.
  • Durante uma radiografia, o paciente é posicionado entre o aparelho de raios X e um detector de imagem para obter as imagens.
  • Os raios X passam através do corpo e são absorvidos de maneira diferente pelos tecidos, criando uma imagem em um filme radiográfico ou em um dispositivo eletrônico.
  • A radiografia pode ser usada para diagnosticar uma variedade de condições, como fraturas ósseas, pneumonia, doenças pulmonares e problemas dentários.
  • É um exame rápido, indolor e amplamente disponível, tornando-se uma opção comum para avaliar diferentes partes do corpo.
  • Durante o exame, é importante seguir as instruções do técnico, como permanecer imóvel, segurar a respiração ou mudar de posição.
  • Em certos casos, pode ser necessário o uso de contraste, como um líquido ou gás, para melhorar a visualização de estruturas específicas.
  • A radiografia envolve baixa exposição à radiação, mas é importante informar o médico se há possibilidade de gravidez, pois a radiação pode ser prejudicial ao feto.
  • Os resultados da radiografia são interpretados por um radiologista, que emite um relatório para o médico solicitante.
  • O médico utiliza as imagens radiográficas para auxiliar no diagnóstico e planejamento do tratamento, levando em consideração os aspectos clínicos do paciente.

Tomografia computadorizada (TC)

Técnica capaz de gerar imagens de diferentes partes do corpo, a tomografia computadorizada também é um exame bastante difundido. As imagens de uma tomografia fornecem informações mais detalhadas do que as radiografias simples. Vamos saber mais:

A tomografia computadorizada (TC) é uma técnica de exame de imagem que combina raios X e computadores para produzir imagens detalhadas de diferentes partes do corpo. Durante o exame, o paciente é posicionado em uma mesa deslizante que passa por um anel na forma de uma “rosquinha” gigante, chamado de gantry.

No decorrer do exame, o gantry gira ao redor do corpo do paciente, emitindo feixes de raios X ao mesmo tempo em que os detectores de imagem registram os dados. Essas informações são processadas por um computador para gerar imagens detalhadas em cortes transversais do corpo do paciente.

A tomografia computadorizada é útil para visualizar órgãos, ossos, vasos sanguíneos e tecidos moles, permitindo a detecção e avaliação de diversas condições médicas. Esse exame pode ser usado para diagnosticar e monitorar doenças pulmonares, câncer, doenças cardiovasculares, lesões traumáticas e anormalidades no cérebro.

Em alguns casos, pode ser necessário o uso de um meio de contraste intravenoso para melhorar a visualização de certas imagens. Além disso, durante a tomografia computadorizada, é importante que a pessoa permaneça imóvel para evitar que as imagens sejam registradas com borrões ou distorções.

A exposição à radiação durante uma tomografia computadorizada é maior do que em outros exames de imagem. No entanto, os benefícios do diagnóstico geralmente superam os riscos envolvidos. Assim como ocorre na radiografia, os resultados do exame são interpretados por um radiologista, que emite um relatório para o médico.

Ressonância magnética (RM)

A maioria das máquinas de ressonância magnética são grandes ímãs em forma de tubo. Elas produzem imagens de alta resolução do interior do corpo que auxiliam no diagnóstico de diversos problemas. Vamos conhecer melhor esse procedimento.

  • A ressonância magnética (RM) é um exame de imagem não invasivo e versátil que utiliza campos magnéticos e ondas de rádio para criar imagens detalhadas do corpo.
  • Durante o exame, o paciente é posicionado em uma mesa que desliza para dentro de um túnel estreito, chamado de aparelho de ressonância magnética.
  • O aparelho contém ímãs poderosos que criam campos magnéticos e ondas de rádio necessárias para gerar as imagens.
  • As imagens são obtidas por meio da resposta dos tecidos do corpo aos campos magnéticos e às ondas de rádio, sem o uso de radiação ionizante.
  • A ressonância magnética é especialmente útil para visualizar tecidos moles, como cérebro, medula espinhal, articulações, músculos e órgãos internos.
  • Esse exame é frequentemente utilizado para diagnosticar e monitorar condições como tumores, doenças cardíacas, lesões cerebrais, doenças musculoesqueléticas e distúrbios neurológicos.
  • Para melhorar a visualização de certas estruturas ou patologias, pode ser necessário o uso de um meio de contraste intravenoso durante o exame.
  • Durante o exame, é importante permanecer imóvel para obter imagens nítidas e evitar resultados indesejados.
  • A exposição a campos magnéticos e ondas de rádio durante uma ressonância magnética é considerada segura, mas é importante informar o médico sobre possíveis implantes metálicos ou dispositivos médicos.
  • Os resultados do exame também são interpretados por um radiologista, que emite um relatório para o médico solicitante.
Exame de Ultrassonografia
Exame de Ultrassonografia
Foto: Envato Elements

Ultrassonografia

As imagens de uma ultrassonografia fornecem informações valiosas para diagnosticar e direcionar o tratamento para uma variedade de doenças e condições. As ondas do exame são utilizadas para produzir imagens em tempo real. Vamos entender como:

Trata-se de um exame de imagem bastante popular que utiliza ondas sonoras de alta frequência para produzir imagens em tempo real do interior do corpo do paciente. Durante o exame de ultrassom, um aparelho chamado transdutor é colocado na pele e emite ondas sonoras que penetram nos tecidos do corpo.

As ondas sonoras que atingem as estruturas do corpo são refletidas de volta para o transdutor e convertidas em imagens pelos computadores do aparelho de ultrassom. O procedimento é amplamente utilizado para visualizar órgãos abdominais, como fígado, vesícula biliar, pâncreas, rins e útero, entre outros.

É, ainda, muito utilizado para avaliar a gravidez, monitorar o desenvolvimento fetal e diagnosticar condições ginecológicas em geral. Trata-se de um procedimento não invasivo, indolor e que não usa radiação ionizante, tornando-o bastante seguro para diferentes grupos de pacientes.

Uma ultrassonografia em tempo real permite que os médicos visualizem estruturas em movimento, como o fluxo sanguíneo nos vasos, por exemplo. Durante o procedimento, pode ser necessária a aplicação de um gel na pele para garantir o contato adequado entre o aparelho transdutor e a superfície do corpo do paciente.

Outra vantagem da ultrassonografia é sua utilização como complemento para outros exames de imagem, auxiliando no diagnóstico e monitoramento de diversas condições médicas. Assim como outros exames, os resultados do ultrassom são interpretados por um radiologista, que emite um relatório para o médico.

Mamografia

As mamografias são radiografias de baixa dose que podem ajudar a detectar o câncer de mama. Mas por que esse procedimento é feito? O que os médicos procuram com ele e como é fazer uma mamografia? Vamos entender mais sobre esse exame específico.

  • A mamografia é um exame de imagem específico para a detecção precoce do câncer de mama.
  • Durante o procedimento, as mamas da paciente são comprimidas entre duas placas para obter imagens detalhadas.
  • As imagens são produzidas através da utilização de raios X de baixa dose, que passam pelas mamas e são capturados por um detector.
  • A mamografia é capaz de detectar pequenas alterações no tecido mamário, como nódulos ou calcificações, que podem indicar a presença de câncer.
  • É recomendado que as mulheres realizem mamografias de rastreamento regularmente a partir dos 40 anos de idade.
  • Além do rastreamento, a mamografia pode ser utilizada para avaliar alterações suspeitas encontradas durante o exame clínico ou em outros exames de imagem.
  • O exame de mamografia é rápido e geralmente causa somente um desconforto temporário devido à compressão das mamas.
  • As imagens da mamografia são interpretadas por radiologistas especializados, que procuram por sinais de câncer ou outras alterações.
  • Em alguns casos, pode ser preciso realizar exames de acompanhamento, como mamografias adicionais ou ultrassonografias, para uma avaliação mais detalhada da saúde da paciente.
  • A mamografia tem sido fundamental na detecção precoce do câncer de mama, aumentando as chances de um tratamento bem-sucedido e a sobrevida das pacientes.

Densitometria óssea

Um teste de densidade óssea avalia a saúde óssea do indivíduo. O procedimento mede a quantidade de cálcio e outros minerais que os ossos possuem, por exemplo. Por isso, é importante para avaliar a densidade mineral óssea e diagnóstico de osteoporose. Vamos saber mais sobre o assunto:

O exame de densitometria óssea mede a densidade mineral dos ossos e avalia o risco de fraturas e a presença de osteoporose, por exemplo. O exame usa tecnologia de raios X de baixa dose para medir a quantidade de cálcio e outros minerais nos ossos, especialmente na coluna vertebral, no quadril e no antebraço.

Esse exame é recomendado para mulheres acima de 65 anos e homens acima de 70 anos, além de pessoas mais jovens com fatores de risco para osteoporose, que é uma doença óssea comum caracterizada pela perda de massa óssea e deterioração da microarquitetura dos ossos, aumentando o risco de fraturas.

Para os especialistas, a densitometria óssea é a principal ferramenta para o diagnóstico de osteoporose, permitindo identificar a perda de densidade mineral antes que ocorram fraturas. É um procedimento indolor, não invasivo e rápido – geralmente leva de 10 a 30 minutos para ser concluído.

Os resultados da densitometria óssea são apresentados como uma pontuação chamada de T-score, que compara a densidade mineral óssea do paciente com a de adultos jovens saudáveis. Valores de T-score abaixo de -2,5 são indicativos de osteoporose, enquanto valores entre -1 e -2,5 indicam osteopenia, condição precursora da osteoporose.

Além disso, a densitometria óssea também é utilizada para monitorar a eficácia do tratamento da osteoporose e avaliar o risco de fraturas futuras. A realização periódica da densitometria óssea é recomendada para acompanhar a saúde óssea ao longo do tempo e ajudar no manejo adequado da osteoporose no paciente.

Angiografia

A angiografia é um tipo de raio X usado para verificar os vasos sanguíneos. Os vasos não aparecem claramente em uma radiografia normal, então um corante especial chamado agente de contraste precisa ser injetado no sangue. Vamos conhecer mais sobre ele.

  • A angiografia é um exame de imagem que utiliza contraste radiopaco para visualizar os vasos sanguíneos do corpo.
  • Durante o procedimento, um cateter é inserido em uma artéria, geralmente na virilha, e guia-se até a região de interesse.
  • O contraste radiopaco é injetado através do cateter para destacar os vasos sanguíneos e permitir sua visualização no raio X.
  • A angiografia é frequentemente utilizada para avaliar a presença de estreitamentos ou bloqueios nas artérias, como no caso de doenças cardíacas.
  • Também é empregada para identificar anormalidades nos vasos sanguíneos, como malformações arteriovenosas ou aneurismas.
  • A angiografia pode ajudar a determinar a necessidade de tratamento, como angioplastia ou cirurgia de revascularização.
  • O procedimento costuma ser feito em ambiente hospitalar, sob a supervisão de um médico especializado.
  • É possível que o paciente sinta algum desconforto ou calor passageiro durante a injeção do contraste radiopaco.
  • Após o exame, é necessário um período de recuperação e monitoramento para garantir a segurança do paciente.
  • Embora a angiografia seja um exame útil, existem alguns riscos associados, como reações alérgicas ao contraste ou complicações relacionadas à inserção do cateter.

PET-CT (tomografia por emissão de pósitrons e tomografia computadorizada)

Esse procedimento combina a técnica de tomografia computadorizada com um exame de tomografia por emissão de pósitrons, o que permite diagnósticos mais precisos. Trata-se de um teste poderoso com grande impacto no diagnóstico e tratamento de diversas doenças. Vamos entendê-lo melhor seu funcionamento:

O exame combina a tomografia computadorizada com a tomografia por emissão de pósitrons, (PET-CT, na sigla em inglês), para fornecer informações detalhadas sobre a estrutura e função do corpo. A PET-CT é frequentemente utilizada no diagnóstico e monitoramento de vários tipos de câncer, como o de pulmão, cólon e mama.

O medicamento radiofármaco usado na PET-CT contém uma substância que emite radiação, chamada de traçador. Ao ser absorvida pelos tecidos, ela permite a visualização das áreas metabolicamente ativas. Durante o exame, o paciente é posicionado na máquina de tomografia computadorizada, que faz imagens de raios X em diferentes ângulos.

Os pósitrons emitidos pelo traçador interagem com elétrons no corpo do paciente, produzindo radiação gama. Os detectores do equipamento de PET conseguem identificar a radiação gama no organismo do paciente e, a partir disso, registram as informações sobre a localização e a quantidade de traçador presente no corpo.

A tomografia computadorizada fornece imagens anatômicas detalhadas, permitindo a correlação precisa entre a função metabólica detectada pela PET e a estrutura anatômica do corpo. O exame é amplamente difundido na oncologia para determinar a extensão do câncer, avaliar a resposta ao tratamento e auxiliar no planejamento cirúrgico e radioterápico.

Além do câncer, a PET-CT também ajuda no diagnóstico de doenças neurológicas, cardíacas e inflamatórias, fornecendo dados sobre o metabolismo cerebral, fluxo sanguíneo e inflamação. O preparo para o exame pode incluir a restrição de certos alimentos, bebidas e medicamentos antes do procedimento, além de evitar atividades físicas no dia anterior.

A interpretação dos resultados fornecidos por uma PET-CT deve ser realizada por médicos especializados. Esses profissionais são responsáveis por analisar as imagens e os dados fornecidos pelo exame para fazer um diagnóstico preciso. A partir daí é que se planeja o tratamento adequado ao paciente.

Exames de imagem avançados

Muito além da radiografia, existem técnicas emergentes e promissoras no que se refere aos exames de imagem. É o caso da elastografia, da termografia e da medicina nuclear. Abaixo, detalhes de cada um desses procedimentos em detalhes.

  • A elastografia é uma técnica de imagem que mede a rigidez ou a elasticidade dos tecidos, auxiliando no diagnóstico de doenças hepáticas, problemas musculoesqueléticos e câncer de mama.
  • O exame de elastografia é especialmente útil na avaliação de determinadas doenças hepáticas, como a cirrose, fornecendo informações sobre a rigidez do fígado.
  • Já a termografia é uma técnica que detecta e mede as mudanças de temperatura na superfície do corpo, podendo ajudar no diagnóstico de determinadas doenças vasculares e lesões musculoesqueléticas.
  • Outro ponto positivo é que a termografia é uma técnica não invasiva. O procedimento conta com câmeras de infravermelho para detectar variações de temperatura na superfície do corpo.
  • A termografia pode ser utilizada como uma ferramenta de triagem para o câncer de mama, ajudando a identificar áreas com maior atividade metabólica.
  • Tanto a elastografia como a termografia são técnicas emergentes que mostram potencial na avaliação de diversos órgãos e sistemas do corpo, contribuindo para um diagnóstico mais preciso.
  • A medicina nuclear utiliza pequenas quantidades de substâncias radioativas para diagnosticar e tratar doenças, como o câncer, através da detecção de radiação emitida pelo corpo.
  • Outro ponto é que a medicina nuclear desempenha um papel importante no diagnóstico de doenças cardíacas, permitindo avaliar a função do coração e a perfusão sanguínea.
  • A cintilografia óssea, por exemplo, é um exame de medicina nuclear que auxilia na detecção de metástases ósseas e outras condições ósseas.

Fontes:

AAT (American Academy of Thermology). Thermology. Disponível em:
https://aathermology.org/organization-2/thermology/. Acesso em: 9.jun.2023.
American Cancer Society. Mammograms. Disponível em:
https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/screening-tests-and-early-detection/mammograms.html. Acesso em: 9.jun.2023.
Cleveland Clinic. Bone Mineral Density (BMD) Test. Disponível em:
https://my.clevelandclinic.org/health/diagnostics/24626-bone-mineral-density-bmd-test.  Acesso em: 9.jun.2023.
Mayo Clinic. CT scan. Disponível em:
https://www.mayoclinic.org/tests-procedures/ct-scan/about/pac-20393675. Acesso em: 9.jun.2023.
NHS (National Health Service). Overview - Angiography. Disponível em:
https://www.nhs.uk/conditions/angiography. Acesso em: 9.jun.2023.
RadiologyInfo.org. X-ray (Radiography). Disponível em:
https://www.radiologyinfo.org/en/x-ray. Acesso em: 9.jun.2023.
RSNA (Radiological Society of North America). Ultrasound Elastography Proves an Effective Tool for Diagnosing Hepatic Fibrosis. Disponível em:
https://www.rsna.org/news/2021/august/Ultrasound-Elastography-Hepatic-Fibrosis. Acesso em: 9.jun.2023.
Stanford Medicine Health Care. Positron Emission Tomography - PET Scan. Disponível em:
https://stanfordhealthcare.org/medical-tests/p/pet-scan.html. Acesso em: 9.jun.2023.
Fonte: Conteúdo Urbano
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