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Muito mais do que tempero: Ervas também servem como remédio

Além de temperar a comida e servir para fazer um chá, ervas possuem poderes que ajudam no controle do peso e melhoram a saúde

16 jan 2021
09h20
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Muito mais do que tempero: Ervas também servem como remédios
Muito mais do que tempero: Ervas também servem como remédios
Foto: Getty Images / Sport Life

Quando se fala em ervas, a primeira coisa que vem à cabeça é que elas ótimas para fazer um chá. No entanto, elas podem ser utilizadas de diversas maneiras e ajudar na dieta e até mesmo na sua saúde. Confira os poderes de algumas delas!

Manjericão

A erva preferida dos italianos também é capaz de reduzir a pressão de um modo parecido ao dos remédios, como mostrou um estudo chinês. Acredita-se que o manjericão possua substâncias capazes de mexer com os níveis de endotelinas, proteínas que contraem os vasos sanguíneos.

Cardamomo

Bastante consumido em países árabes, o cardamomo já provou ser um ótimo "remédio" contra úlceras. Os óleos feitos a partir do extrato da semente protegem o estômago. Não é uma boa coisa para essa erva?

Alecrim

As folhinhas dessa erva são ricas em ferro, mineral que, quando em baixa no organismo, leva à anemia e à fadiga. O tempero contém, ainda, ácido carnósico, que protege o cérebro do ataque de radicais livres.

Orégano 

Tempero de sabor delicioso, o orégano contém agentes antifúngicos superpoderosos, capazes de inibir o crescimento da Candida albicans,  responsável pelo aparecimento da candidíase. E o melhor: mais eficientemente que remédios antifúngicos.

Erva-mate

Essa é uma das ervas que tem efeito diurético e alguns trabalhos sugerem que tenha ação termogênica, ajudando a queimar as energias em estoque.

Os adeptos do chimarrão e do tererê costumam dizer que a bebida ajuda a pensar. Se as pesquisas na área de neurologia da UFSC estiverem no rumo certo, isso pode ser mais que uma sensação. Em ratos, a erva-mate melhorou a memória de curto prazo e a atividade cognitiva. A investigação orientada pelo pesquisador Rui Prediger foi publicada no Journal of Ethnopharmacology.

Além disso, possui uma alta concentração de substâncias antioxidantes. Para completar, estudos já mostraram que o extrato da erva baixou a glicose e o colesterol ruim (LDL) de diabéticos tipo 2 que tomaram 330 mL de mate tostado três vezes por dia durante dois meses

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