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Bactéria intestinal e esclerose múltipla

4 jun 2018 - 07h08
(atualizado às 08h00)
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De acordo com pesquisas recentes, as bactérias intestinais desempenham um papel em praticamente todas as facetas da fisiologia, tanto na saúde quanto na doença. Foi demonstrado que as bactérias intestinais desempenham um papel em tudo, da diabetes à obesidade e da depressão à esquizofrenia. Investigar os subprodutos das bactérias do intestino dá uma nova visão sobre como a microbiota influencia a inflamação no cérebro e seu papel potencial nas condições neurológicas. A publicação do estudo recente se concentra em como as bactérias do intestino interagem com dois tipos de células cerebrais: microglia e astrócitos. Microglia é um dos principais intervenientes na resposta imunitária do sistema nervoso central; elas removem células mortas e danificadas. Os astrócitos são células em forma de estrela que fornecem suporte às células nervosas. Microglia são conhecidas por liberar certas neurotoxinas que danificam a astroglia. Acredita-se que esse dano desempenhe um papel em várias condições neurológicas, causando inflamação no cérebro. Os subprodutos produzidos pelas bactérias intestinais quando elas quebram o triptofano mostraram influenciar a microglia, reduzindo assim a inflamação no cérebro. O triptofano é um aminoácido encontrado em muitos alimentos, incluindo peru, queijo e grão de bico. Os produtos de degradação deste aminoácido, os autores do estudo demonstraram, podem atravessar a barreira hematoencefálica, ativando uma via antiinflamatória que protege contra a neurodegeneração.   Referência   https://www.medicalnewstoday.com/articles/321834.php?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=weekly  

Estadão
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