Cachorros, gatos, coelhos e hamsters? Nada disso! Menina de 9 anos surpreende na escolha dos 'pets'
Alice, de Ponta Grossa (PR), transformou pequenos animais encontrados no quintal em companheiros
Cachorros, gatos, coelhos e hamsters? Nenhum deles está na lista de Alice. Aos 9 anos, a menina de Ponta Grossa, no Paraná, conquistou as redes sociais ao mostrar os animais nada convencionais que escolheu para cuidar: tatus-bolinha e baratas.
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Enquanto esperava o almoço ficar pronto, Alice foi mexer na terra do quintal e encontrou vários tatus-bolinha. Em vez de apenas observá-los, decidiu improvisar um terrário para seus novos amigos.
Foi assim que o pai, Andrew Diniz, de 36 anos, encontrou a filha ao chegar em casa para almoçar. Em entrevista à revista Crescer, ele contou que inicialmente pegou o celular apenas para publicar um story da cena. Porém, como a menina tinha muito a explicar sobre os novos companheiros, a gravação virou um reel. O que começou de forma despretensiosa ultrapassou 1 milhão de visualizações em menos de 24 horas.
Os pequenos moradores do terrário ganharam até nomes. Alguns dos tatus são chamados de “Gabrieis” e “Shierleys”, inspirados em um casal de influenciadores que Alice gosta de assistir. Já as baratas foram batizadas de “Juremas”.
Apesar de a relação com os bichinhos ter chamado atenção agora, a curiosidade de Alice não é recente. Andrew contou à revista que a filha demonstra interesse por eles desde que aprendeu a andar e, ao contrário do que poderia acontecer diante de insetos e outros pequenos animais, nunca costumou reagir com medo.
O comportamento, de acordo com ele, também não surgiu de um esforço da família para aproximá-la da natureza. Segundo Andrew, optaram por não impedir que Alice observasse e explorasse aquilo que despertasse seu interesse.
A repercussão logo extrapolou as redes sociais. Conforme o pai, a menina começou a ser reconhecida por pessoas em Ponta Grossa e também chamou atenção na escola, onde colegas já haviam assistido às publicações.
O sucesso ainda despertou interesse de outras crianças. O pai contou que passou a receber mídias de pessoas que encontraram tatuzinhos e também decidiram cuidar desses pets incomuns. Na avaliação dele, a garota de 9 anos acabou criando uma espécie de frenesi entre o público infantil em torno dos bichinhos.
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