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Alimentos que ajudam a desacelerar a perda de massa muscular após os 40

Nutrólogo, explica quais alimentos podem ajudar a preservar a força, a mobilidade e a qualidade de vida com o passar dos anos

18 jun 2026 - 13h25
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Resumo
A perda de massa muscular, comum após os 40 anos, pode ser desacelerada com alimentação balanceada e exercícios regulares. Alimentos como frango, ovos, feijão, iogurte grego, aveia e folhas verde-escuras oferecem nutrientes essenciais para preservar a força e a funcionalidade muscular. Combinar bons hábitos alimentares com treinos de força é fundamental para envelhecer com qualidade. 💪

A perda de massa muscular faz parte do processo natural de envelhecimento, mas pode ser desacelerada com hábitos saudáveis. A partir dos 40 anos, o organismo começa a perder entre 1% e 2% de massa muscular por ano, aumentando o risco de quedas, limitações físicas e problemas metabólicos ao longo da vida.

Conhecida como sarcopenia, essa condição afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Felizmente, a alimentação pode ser uma importante aliada na preservação da força e da funcionalidade muscular.

Segundo o nutrólogo Dr. Sandro Ferraz, alguns alimentos acessíveis e fáceis de encontrar podem fazer diferença significativa quando combinados à prática regular de exercícios físicos.

Frango ajuda na manutenção dos músculos

As proteínas são fundamentais para a construção e manutenção da massa muscular, e o frango aparece entre as opções mais acessíveis.

O alimento é rico em aminoácidos essenciais, especialmente leucina, considerada uma das principais responsáveis por estimular a síntese de proteínas musculares.

De acordo com o nutrólogo, distribuir a ingestão de proteínas ao longo do dia é uma estratégia importante para quem deseja envelhecer com mais força e disposição.

Ovos são uma fonte completa de nutrientes

Os ovos também merecem espaço no cardápio. Além de fornecerem proteína de alta qualidade, eles contêm vitamina D, colina e gorduras saudáveis que auxiliam na saúde muscular.

O consumo regular pode contribuir para a preservação da massa magra e ainda ajudar na saciedade ao longo do dia.

Feijão continua sendo um aliado da saúde

Presença quase obrigatória no prato dos brasileiros, o feijão oferece proteínas vegetais, ferro, zinco e fibras.

Segundo Dr. Sandro Ferraz, a combinação de feijão com arroz forma uma proteína de excelente qualidade nutricional, favorecendo a manutenção dos músculos e o controle da glicemia.

Lentilha, grão-de-bico e ervilha também entram na lista das leguminosas recomendadas.

Iogurte grego oferece proteína de absorção lenta

O iogurte grego natural possui quantidade maior de proteína quando comparado às versões tradicionais.

Sua principal proteína, a caseína, é absorvida de forma lenta pelo organismo, fornecendo aminoácidos durante várias horas. Por isso, muitos especialistas recomendam seu consumo principalmente à noite.

Além disso, o alimento contém probióticos que contribuem para a saúde intestinal e melhor absorção dos nutrientes.

Aveia fornece energia sem exageros

Engana-se quem pensa que apenas a proteína importa para preservar os músculos.

A aveia fornece energia de forma gradual, ajudando a manter os estoques de glicogênio muscular e evitando picos de açúcar no sangue.

Rica em fibras, ela também auxilia no controle do colesterol e promove maior sensação de saciedade.

Espinafre e folhas verde-escuras fortalecem o organismo

Espinafre, couve, rúcula e agrião concentram nutrientes importantes para a função muscular.

Esses alimentos fornecem magnésio, vitamina K e nitratos naturais, compostos associados a uma melhor eficiência muscular e desempenho físico.

Segundo estudos científicos, o consumo frequente de vegetais verde-escuros pode contribuir para músculos mais fortes e funcionais durante o envelhecimento.

Alimentação e exercício formam a melhor combinação

Embora os alimentos desempenhem papel importante, especialistas reforçam que a preservação da massa muscular depende da combinação entre nutrição adequada e atividade física regular.

Treinos de força, como musculação e exercícios resistidos, continuam sendo as estratégias mais eficazes para combater a sarcopenia e garantir mais autonomia e qualidade de vida ao longo dos anos.

Saúde em Dia
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