1 evento ao vivo

Jiboia fica presa em motor de carro durante viagem de 650 quilômetros

Animal acabou sendo encontrado morto dentro do veículo e foi retirado por bombeiros

10 jan 2020
11h40
atualizado às 16h40
  • separator
  • 0
  • comentários

Uma jiboia com cerca de 2,30 metros de comprimento foi encontrada morta dentro do motor de um carro no último sábado, 4. O animal permaneceu dentro do veículo durante um trajeto de 650 quilômetros, do Paraná a São Paulo, até ser encontrado e retirado por bombeiros.

A serpente já estava em decomposição quando foi retirada, tendo ficado presa em um vão entre o capô e o motor do automóvel do produtor de stand up comedy Thyago Rihayem. Ele divulgou um vídeo na quarta-feira, 8, que mostra o animal dentro do carro e a retirada pelo corpo de bombeiros.

Thyago, a mulher e os dois filhos do casal foram para Kaloré, no Paraná, no dia 1º de janeiro para visitar a fazenda de parentes, indo embora no dia seguinte. Eles chegaram em Itupeva, interior de São Paulo, e apenas dois dias depois, no sábado, o produtor conta que notou algo estranho com o carro.

"Senti um forte cheiro no carro, achei que tinha passado por um lixo ou algo assim, mas no mesmo dia o cheiro piorou e vi sangue pingando no carro e muitas moscas ao redor", conta. A princípio, Thyago achou que fosse um gato morto, mas não identificou nada dentro do motor. O cunhado e o sogro de Thyago acabaram notando a cobra após a retirada do forro do capô.

"Ficamos assustados a princípio, mas depois tentamos tirar a cobra, mas não conseguimos", diz Thyago. Ele, então, levou o carro ao corpo de bombeiros no dia seguinte, e os agentes conseguiram retirar o animal do veículo.

Thyago acredita que a jiboia entrou no carro enquanto eles estavam na fazenda dos parentes e viajou os 650 quilômetros de Kaloré a Itupeva com eles no carro. "Acho que morreu devido ao calor do dia e do motor", comenta. Ele também destaca que caso a jiboia não tivesse ficado presa, poderia até ter entrado na casa de sua família ou dentro do carro com ele em movimento, o que era seu maior medo.

"Ficamos com dó, na verdade não queria que ela [a jiboia] tivesse vindo, mas morreu, foi uma pena", conclui Thyago.

*Estagiário sob supervisão de Charlise Morais

Estadão
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade