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Amor: 5 conselhos para casais falarem a mesma língua

Amor traduzido em cinco formas simples de demonstrar afeto

2 mar 2026 - 18h30
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Mais direta e prática, nova versão da franquia "As 5 linguagens do amor" propõe ajustes simples com impacto imediato na vida a dois

Os casamentos estão durando menos no Brasil. Dados recentes do IBGE mostram que, há 20 anos, a média era de 17,1 anos; em 2014 caiu para 14,7 e, no último levantamento, em 2025, chegou a 13,8. Os números indicam que o fim das relações nem sempre está ligado ao desaparecimento repentino do sentimento. Segundo o psicoterapeuta Gary Chapman, podem ser o resultado de ruídos na comunicação, quando as demonstrações de afeto deixam de ser percebidas e reconhecidas pelo parceiro.

Freepik
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Foto: Revista Malu

No lançamento As 5 linguagens do amor para quem tem pressa, Chapman retoma sua teoria mais famosa sobre a organização do afeto em cinco expressões: palavras de afirmação, tempo de qualidade, presentes, atos de serviço e toque físico. Mas em vez de aprofundar conceitos já conhecidos, esta versão se concentra no que pode ser feito hoje para melhorar a dinâmica do casal.  

Publicado no Brasil pela Editora Mundo Cristão, o livro apresenta orientações práticas em capítulos curtos e questionários diretos, pensados para leitura ágil e de ação imediata.

A seguir, confira cinco dicas do autor para quem tem pressa:

1. Descubra a linguagem principal do outro: cada pessoa tende a se sentir mais amada de um jeito específico: palavras, tempo junto, presentes, ajuda prática ou toque. Identificar essa preferência evita frustrações repetitivas. Quando o amor chega na "língua certa", a resposta costuma ser mais positiva.

2. Trate o amor como decisão diária: a paixão inicial é intensa, mas não dura para sempre. Chapman afirma que o vínculo amadurece quando o casal escolhe amar mesmo fora do auge emocional. Atitudes constantes valem mais do que picos de romantismo.

3. Transforme exigências em pedidos claros: cobranças duras criam resistência. Pedidos respeitosos abrem espaço para cooperação. O autor defende que a forma como se fala importa tanto quanto o que se pede.

4. Reveja papéis engessados dentro de casa: na linguagem dos atos de serviço, tarefas domésticas podem se tornar fonte de conflito. Chapman sugere que o casal converse sobre expectativas e distribua responsabilidades com base em cuidado mútuo.

5. Pratique atenção total no tempo de qualidade: estar junto não é o mesmo que estar presente. Conversas sem distrações, escuta atenta e interesse genuíno criam segurança emocional. São os pequenos momentos bem vividos que constroem conexão real.

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