A dor segundo Marco Aurélio: "Quando a dor é insuportável, ela nos destrói; quando não nos destrói, é suportável."
O luto tem, sim, um lugar no estoicismo, mesmo que possamos pensar que essa filosofia busca nos fazer esconder nossas emoções.
Em suas Meditações, Marco Aurélio reflete sobre perdas e lutos, como a morte ou o término de relações. O filósofo argumenta que o sofrimento possui limites e ressalta a resiliência humana ao afirmar que a dor nos destrói se for insuportável, mas torna-se suportável se não nos aniquila. Assim, o próprio fato de sobreviver a uma adversidade física ou emocional comprova nossa capacidade de suportá-la, servindo de estímulo para seguir em frente sem que a mente amplifique o sofrimento.
Marco Aurélio dedicou uma parte significativa de suas Meditações à reflexão sobre o sofrimento, a perda e como lidar com situações em que tudo parece estar desmoronando. Ele explorou o luto, que não se limita à morte de um ente querido. Podemos experimentar a mesma dor durante um término de relacionamento. Superar o fim de um namoro pode ser tão complexo quanto lidar com a perda de alguém querido.
O filósofo Marco Aurélio tem uma frase que pode nos confortar nesses momentos: "Quando a dor é insuportável, ela nos destrói; quando não nos destrói, é suportável". Uma pequena ode à resiliência para nos dar o impulso necessário para seguir em frente.
O perigo de nossas mentes tornarem a dor maior
Segundo o imperador romano, se algo fosse verdadeiramente insuportável, nos destruiria. Se ainda estamos aqui, sentindo o peso dessa dor, isso é uma prova de que, por mais dolorosa que seja, ela é suportável. Tanto a dor física quanto a emocional têm um limite, e sobreviver é, por si só, uma demonstração de que não atingimos esse limite.
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