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Os cinco maiores circuitos da história da F1 

Hoje, a categoria não corre em circuitos maiores que 7 km. Mas nem sempre foi assim. Conheça os maiores circuitos em que a F1 já correu:

1 mar 2022 - 20h49
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5 - Sebring, Estados Unidos (8,302 km)

Circuito de Sebring atualmente
Circuito de Sebring atualmente
Foto: Sebring Internacional Speedwa / Twitter

A primeira pista da lista é uma dos grandes templos do automobilismo. O circuito de Sebring, que abriga as 12 Horas, é uma das três provas mais importantes do endurance, junto com as 24 Horas de Le Mans e 24 Horas de Daytona. 

Em 1959, recebeu o primeiro GP dos EUA válido pela F1 e a última etapa do campeonato daquele ano, em Dezembro. Essa prova viu Jack Brabham vencer seu primeiro título com Bruce McLaren ganhando a prova com um Cooper. Foi a única prova realizada no circuito da Flórida.

4 - Monza, Itália (10,000 km)

Monza em 1955
Monza em 1955
Foto: F1 / Twitter

O traçado atual de Monza está longe desse tamanho, mas foi durante quatro edições: 1955, 1956, 1960 e 1961. O Autódromo é o mais antigo da Europa, concebido para receber o GP da Itália de 1922. 

A F1 começou em 1950, mas até 1954 não se tinha usado essa parte do traçado, tendo um percurso parecido com os de hoje sem as chicanes, com exceção da Parabólica. Que nem tinha esse nome: era chamada de Curva di Vedano, sendo composta por duas curvas bem fechadas. A partir de 1955, foi planejada uma grande reforma, que incluiu a última curva do traçado, que é mais ou menos como se conhece hoje em dia e a adição do oval com curvas de 30°.

Em uma época onde os carros não eram tão rápidos como hoje e também onde não existia chicane, esse traçado gigantesco era feito quase que completamente com pé embaixo. Em 1961, o acidente de Wolfgang von Trips, que acabou matando o próprio piloto e espectadores, mesmo que não tenha sido na parte do oval, motivou a retirada dessa parte em 1962 e nunca mais voltou. 

3 - Spa-Francorchamps, Bélgica (14,100 km)

Circuito de Spa-Francorchamps, em 1962
Circuito de Spa-Francorchamps, em 1962
Foto: F1 / Twitter

Spa é com certeza um dos principais circuitos do mundo e o maior circuito que a F1 corre nos dias atuais, com seu traçado de 7,004 km. Mas essa pista já foi ainda maior. Entre 1950 e 1970 (com exceções de 1959 e 1969), a categoria correu em Spa-Francorchamps, em uma pista com mais que o dobro do tamanho. 

Mas a pista era muito perigosa: durante o GP de 1960, aconteceram as mortes de Chris Bristow e Alan Stacey. Além disso, a pista não recebeu melhorias significativas posteriormente e vivia sendo motivo de protestos dos pilotos. Saiu do calendário em 1970, retornando em 1983, com um traçado parecido com o que se tem hoje. 

2 - Nurburgring Nordschleife, Alemanha (22,810 km)

Largada do GP da Alemanha de 1973
Largada do GP da Alemanha de 1973
Foto: F1 / Twitter

Um dos circuitos mais famosos do mundo, Nurburgring recebeu a F1 pela última vez em 2020, mas em seu traçado menor, de 5,148 km, nascido nos anos 80. Mas aqui falamos do traçado maior. Nordschleife é tradução para “Circuito Norte”. Na época, Nurburgring também tinha a Sudschleife, o "Circuito Sul”, com 7,747 km. A união dos traçados tinha 28,265 km. 

Mas o traçado que a F1 correu entre os anos 50 e 70, foi em Nordschleife, um traçado com 160 curvas, e que teve seu tempo recorde feito no GP de 1975: 7min08s4, de Clay Regazzoni. Extremamente técnico, era muito perigoso, levando a cinco mortes entre 1954 e 1969. O GP chegou a ser movido para Hockenheim em 1970, quando os pilotos protestavam para não ter corrida no local. Em 1971, o traçado voltou, ficando até 1976, quando Niki Lauda acabou sofrendo um acidente que quase lhe custou a vida. 

 A F1 tomou medidas após o fato, proibindo a categoria de correr em pistas muito grandes, o que significou o banimento da pista, que já era uma onde vários pilotos não gostavam de correr. 

1 - Pescara, Itália (25,579 km)

Traçado de Pescara
Traçado de Pescara
Foto: Wikimedia Commons

O circuito de Pescara era um circuito de rua dentro da cidade. Datado de 1924, muito antes da F1 existir, na época recebia a corrida chamada de Coppa Acerbo. Chegou a receber provas extra-campeonato da categoria em 1950, 1951 e 1954. Mas sua única passagem oficial pela categoria foi em 1957, onde foi marcada às pressas, depois do cancelamento do GPs da Bélgica e Países Baixos, por problemas em relação às taxas.

A Ferrari se recusou a ir para a pista com carros oficiais, por considerar muito insegura e pelas investigações da morte de 13 pessoas nas Mille Miglia, uma corrida de Sportcar que acontecia na Itália. Apenas Luigi Musso entrou na prova com uma Ferrari, mas segundo o próprio Enzo Ferrari, não era uma entrada oficial. No fim, apenas 16 carros se inscreveram na prova. A vitória ficou com  Stirling Moss, da Vanwall.

Parabólica
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