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Trump sobre comando da Venezuela: "nós vamos administrar o país"

O novo modelo de gestão da Venezuela inclui a entrada imediata de grandes companhias petrolíferas norte-americanas

3 jan 2026 - 15h27
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Os Estados Unidos assumirão a administração da Venezuela de forma interina após a captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa em uma operação militar neste sábado (3). O presidente Donald Trump anunciou que o controle do país será exercido por um grupo designado por Washington até a conclusão de uma transição de poder. Maduro e a esposa foram removidos de Caracas em um navio de guerra e estão a caminho de Nova York, onde o ex-mandatário aguardará julgamento.

Donald Trump
Donald Trump
Foto: Joe Raedle/Getty Images / Perfil Brasil

O novo modelo de gestão da Venezuela inclui a entrada imediata de grandes companhias petrolíferas norte-americanas. Trump justificou a medida como uma forma de recuperar a infraestrutura energética local e compensar ativos que, segundo ele, foram retirados de investidores dos EUA pelo governo de Maduro. A estratégia visa restabelecer o fluxo de produção e exportação de petróleo sob supervisão dos Estados Unidos.

A intervenção administrativa na Venezuela baseia-se na reafirmação da Doutrina Monroe, política que busca consolidar a influência norte-americana no Hemisfério Ocidental. Trump declarou que a soberania de Washington na região não deve ser questionada e que a gestão interina garantirá a segurança jurídica necessária para a transição.

A captura de Maduro ocorreu durante uma ofensiva aérea, terrestre e marítima na capital venezuelana. Relatos indicam ao menos sete explosões e interrupções no fornecimento de eletricidade em bairros estratégicos. Trump descreveu a ação como uma operação de poderio militar superior, realizada sem notificação prévia ao Congresso norte-americano para evitar vazamentos de informações sensíveis.

O paradeiro de Maduro, inicialmente desconhecido, foi confirmado pela Casa Branca após a transferência do casal para o navio de assalto anfíbio Iwo Jima, posicionado no Mar do Caribe.

Apesar da pressão da líder opositora María Corina Machado pela posse imediata, Trump afirmou que o futuro comando da Venezuela ainda está sob análise. O governo dos EUA mantém canais de comunicação com a vice-presidente Delcy Rodríguez para organizar os trâmites administrativos. O Departamento de Defesa não descarta o envio de tropas adicionais para localizar agentes do governo deposto que permanecem em território venezuelano.

Perfil Brasil
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