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Libélula robótica espiã faz vídeos por onde voa

Libélula robótica funciona como espião e faz vídeos por onde voa

8 nov 2012 07h42
| atualizado às 07h42
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A expressão "eu queria ser uma mosquinha" está perto de se tornar uma possibilidade. Ou quase isso: uma empresa americana oferece uma libélula robótica que parece saída de um dos filmes de James Bond. O inseto eletrônico da TechJect pode voar ou planar, e nas duas circunstâncias capta imagens dos locais por onde passa.

Inseto eletrônico criado pela TechJect é capaz de capturar e enviar informações enquanto voa e enquanto plana. No site oficial, desenvolvedores afirmam que a criação permite "faz fotografias aéreas incrível, espionar pessoas, garantir a segurança da casa ou usar como a próxima plataforma de jogos com robôs"
Inseto eletrônico criado pela TechJect é capaz de capturar e enviar informações enquanto voa e enquanto plana. No site oficial, desenvolvedores afirmam que a criação permite "faz fotografias aéreas incrível, espionar pessoas, garantir a segurança da casa ou usar como a próxima plataforma de jogos com robôs"
Foto: Divulgação

No site oficial, a equipe de desenvolvimento afirma que a criação permite "fazer fotografias aéreas incrível, espionar pessoas, garantir a segurança da casa ou usar como a próxima plataforma de jogos com robôs". Usando mais de 20 sensores, a libélula é controlado por smartphone - Android ou da Apple -, iPad ou pelo computador, além de usando-se um controle remoto.

A bateria do insetos robótico é de polímero de lítio, com autonomia de 25 a 30 minutos de voo. Os componentes são de materiais superleves, o que resulta em peso total de 3g a 5g, com espessura equivalente a uma goma de mascar.

Quem quiser colocar as mãos na libélula eletrônica pode fazer uma pré-encomenda no IndieGoGo - site de crowdfunding semelhante ao KickStarter. Os modelos mais baratos estão US$ 99 e os mais avançados, US$ 399. O frete internacional custa US$ 45.

O inseto robótico da TechJect foi desenvolvido com financiamento de US$ 1 bilhão da Força Aérea americana, em pesquisa da Universidade da Geórgia com outras instituições parceiras no mundo.

Fonte: Terra
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