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Setor de academias do Sul passa por consolidação regional

O mercado fitness brasileiro inicia 2026 com movimentos de integração entre redes regionais para ampliar a capilaridade no Sul do país. A estratégia de unificar operações busca atrair o interesse de investidores institucionais e fundos de private equity, seguindo modelos de negócios já consolidados em mercados internacionais. O foco das novas gestões reside na sinergia operacional e na escalabilidade das plataformas de treino.

6 fev 2026 - 15h45
(atualizado às 16h51)
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O mercado fitness da região Sul do Brasil apresenta um cenário de transformações estruturais em janeiro de 2026. O período é marcado por uma tendência de integração de operações entre grandes redes, visando fortalecer o mapa competitivo e a presença geográfica em municípios estratégicos. Esse movimento de consolidação regional reflete a busca por eficiência operacional em um setor que demanda escala para sustentar margens de crescimento.

Foto: Academia Ph.D Sports / DINO

A profissionalização do segmento é sustentada por indicadores positivos. O franchising brasileiro movimentou R$ 76,6 bilhões no 3º trimestre de 2025, com alta de 9,1%, e ultrapassou R$ 293 bilhões no acumulado de 12 meses, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Esses números reforçam a maturidade do setor e o interesse crescente de investidores em modelos de negócio consolidados.

O valor estratégico do investimento em franquias

O investimento em franquias de academias consolidou-se como uma estratégia de alta atratividade para a diversificação de capital em 2026. O modelo oferece suporte operacional e acesso a marcas já consolidadas, fatores determinantes para o sucesso em mercados competitivos. Segundo análise do portal Central do Varejo, a escalabilidade e a redução de riscos de implementação tornam esse formato ideal tanto para novos empreendedores quanto para grupos que buscam expansão acelerada por meio de know-how compartilhado e otimização de custos de marketing e suprimentos.

Sinergia operacional e governança

Um exemplo dessa dinâmica de mercado é a recente incorporação da catarinense Flex Fit pela paranaense Ph.D Sports. Com a transição, as unidades passam a operar sob uma única bandeira, unificando sistemas e processos. De acordo com a ABF, o movimento de consolidação reflete a busca do setor por eficiência e fortalecimento de marcas em mercados competitivos.

Tendências tecnológicas e o novo perfil do consumidor em 2026

A integração de redes regionais ocorre em paralelo à adoção de tecnologias de ponta para retenção de alunos. Segundo a pesquisa anual da ACSM, a tecnologia vestível (wearable technology) consolidou-se como a tendência número um para 2026, refletindo o desejo dos usuários por monitoramento contínuo de dados biométricos e desempenho.

Treinamento híbrido: aplicativos de exercício continuam em alta em 2026, oferecendo conveniência e acompanhamento personalizado que conecta a experiência presencial à digital;

Foco na longevidade: programas específicos para idosos (active aging) ganharam relevância, ocupando a segunda posição no ranking mundial de tendências para 2026;

Gestão por dados: redes que investem em equipamentos conectados e painéis interativos conseguem oferecer feedback em tempo real, aumentando o engajamento do consumidor moderno.

O setor caminha para uma visão mais holística da saúde, integrando treinamento físico com bem-estar mental e recuperação (recovery). Para o mercado de capitais, a consolidação de redes como a Ph.D Sports no Sul sinaliza a maturação de um setor que deixou de ser fragmentado para operar como uma plataforma de serviços essenciais e tecnologicamente avançados.

Website: https://academiaphdsports.com.br/franquias/

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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