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Selic mantém custo do crédito pessoal elevado no Brasil

Com a taxa básica em patamar elevado, spread bancário, custos operacionais e risco de inadimplência continuam pressionando os juros cobrados ao consumidor nas linhas de crédito pessoal.

8 abr 2026 - 16h06
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A taxa Selic permanece em patamar elevado, e o impacto de eventuais reduções no custo do crédito ao consumidor final, especialmente no empréstimo pessoal, ainda é limitado. Embora a Selic sirva como taxa básica de juros, o spread bancário, composto por impostos, custos de captação, risco de inadimplência e margem das instituições financeiras, mantém os juros ao consumidor em níveis elevados, segundo dados citados pelo UOL.

Foto: ChatGPT / DINO

As razões para essa demora estão na composição das taxas de juros. Os bancos adicionam à Selic uma série de custos operacionais e riscos, resultando em uma diferença entre a taxa básica e a taxa efetiva cobrada ao consumidor, conhecida como spread bancário. Simuladores de crédito, por exemplo, ajudam a comparar o impacto dessas taxas nas parcelas do empréstimo pessoal e do empréstimo com garantia.

Mesmo com juros elevados, o volume de crédito no Brasil está em expansão, de acordo com projeções da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), citadas pela CNN Brasil. A demanda por crédito, tanto para famílias quanto para empresas, ajuda a explicar essa tendência.

Nesse cenário, a escolha entre empréstimo com garantia e empréstimo pessoal tradicional se torna relevante. O empréstimo com garantia, como imóvel ou veículo, tende a oferecer taxas mais baixas em razão da redução do risco de inadimplência.

O histórico de crédito do consumidor também desempenha papel central na definição das taxas. Um histórico mais consistente pode resultar em condições de crédito diferentes, a depender da política de análise de cada instituição financeira, conforme análise da Serasa Experian.

Quando se observa o quadro completo, a taxa final de juros é influenciada por uma combinação de Selic, spread, modalidade de crédito e histórico do consumidor. Comparar diferentes cenários de financiamento pode auxiliar na escolha da opção com menor custo total.

A Selic impacta o crédito, mas o efeito ao consumidor pode vir a ocorrer de forma gradual, em decorrência de fatores como concorrência entre instituições e risco das operações. Modalidades com garantia podem responder de forma diferente aos movimentos da taxa básica, já que o risco da operação também influencia o custo final.

Na avaliação de crédito nos próximos meses, a Selic e o histórico de crédito seguem entre os fatores relevantes na comparação entre empréstimo com garantia e empréstimo pessoal. O uso de simuladores e a comparação de ofertas podem ajudar a identificar opções mais adequadas ao orçamento.

Website: http://jurosbaixos.com.br

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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