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POLÊMICA: McLaren acusa Mercedes de esconder informações sobre motores

10 mar 2026 - 17h24
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O GP da Austrália da Fórmula 1 2026 foi dominado pela Mercedes e conquistado por George Russell, veterano da equipe. Esse cenário, no entanto, deixou um cliente dos motores da marca alemã infeliz. Andrea Stella, chefe de equipe da McLaren, reclamou ser a "primeira vez que eles estão em desvantagem" em relação às informações fornecidas pela equipe de Brackley.

Andrea Stella, da McLaren, está infeliz com motor Mercedes
Andrea Stella, da McLaren, está infeliz com motor Mercedes
Foto: Jayce Illman/Getty Images / Perfil Brasil

A McLaren, contrária à sua fornecedora, teve um domingo caótico. Entre os momentos mais memoráveis da equipe papaya neste fim de semana estava a batida de Oscar Piastri na volta de instalação antes da corrida e o quinto lugar de Lando Norris, conquistado de forma 'sofrida' em uma disputa com Max Verstappen.

Durante uma entrevista à Sky Sports F1, Stella revelou um pouco dos bastidores da relação atual das equipes britânicas: "A discussão com a HPP (Mercedes High Performance Powertrains) sobre ter mais informações vem acontecendo há semanas porque, mesmo nos testes, basicamente íamos para a pista, pilotávamos o carro, olhávamos os dados, 'ah, é isso que temos. Bom, agora reagimos ao que temos'".

"Não é assim que se trabalha na Fórmula 1. Na F1, o que acontece na pista, você simula. Você sabe o que está acontecendo, sabe o que está programando, sabe como o carro vai se comportar. Então, você também tem seus planos de como evoluí-lo que já definiu antes porque sabe o que espera do carro", continuou o dirigente.

"Tenho que dizer que, como somos uma equipe cliente [da Mercedes], esta é a primeira vez que sentimos que estamos em desvantagem até mesmo na capacidade de prever como o carro vai se comportar e na habilidade de antecipar como podemos melhorar o carro", afirmou.

Stella também foi questionado sobre como a Williams, que também é cliente dos motores Mercedes, está reagindo à diferença de desempenho entre as três equipes, mas afirmou que não tem conhecimento sobre o que está acontecendo na escuderia de Grove e focou suas críticas à HPP.

"Não sei sobre a Williams", declarou Stella. "Honestamente, posso dizer que passamos muito tempo analisando vários dados, não só com as equipes da HPP, em particular a Mercedes, mas também com outros concorrentes."

"E definitivamente, o resultado dessa análise parece indicar que temos trabalho a fazer como equipe em colaboração com nossos engenheiros da HPP. Temos trabalho a fazer para explorar o potencial da unidade de potência, que, pelo que vejo do potencial que a HPP está extraindo, parece que há mais disponível", continuou.

"Agora, não é óbvio como fazer isso. Para nós, estamos em uma jornada de conhecimento, certamente uma jornada que está em estágio mais inicial do que a equipe oficial", relatou. "A equipe de fábrica e a HPP já trabalham juntas há muito tempo. Então, elas colaboraram, conversaram sobre como usar a unidade de potência. Isso é justo, mas definitivamente vamos intensificar a colaboração com a HPP porque entendemos que há frutos fáceis que deveríamos conseguir aproveitar".

"Quanto a saber se isso é tudo que está disponível e que estamos subutilizando? Não tenho certeza. Acho que vamos precisar de mais análises para entender se isso se trata apenas de parâmetros que podemos controlar, ou de controles dos pilotos que podemos controlar, ou se existem outros fatores, mais sistêmicos, que não necessariamente uma equipe cliente pode controlar", concluiu Stella, da McLaren.

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