Script = https://s1.trrsf.com/update-1789154714/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Obras de resiliência climática avançam nas casas de bombas do Centro Histórico

Mais de R$ 202 milhões são investidos na qualificação das 18 Estações de Bombeamento de Águas Pluviais que tiveram, em algum momento, a operação interrompida em razão de alagamentos internos durante a cheia de 2024

16 set 2026 - 07h43
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O Dmae iniciou uma nova fase das obras de resiliência climática nas casas de bombas do Centro Histórico de Porto Alegre, focando nas estações 17 e 18 para a troca de comportas e gradeamentos. A ação faz parte de um plano amplo de R$ 202 milhões, dividido em cinco lotes, voltado a modernizar 18 estruturas afetadas pela enchente de 2024. Com recursos próprios e do Funrigs, as melhorias incluem bombas submersíveis, elevação de painéis e geradores para proteger a cidade contra eventos climáticos extremos.

O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) iniciou nesta terça-feira (15) uma nova etapa das obras de resiliência climática nas casas de bombas do Centro Histórico. Nesta fase, as Estações de Bombeamento de Águas Pluviais (Ebaps) 17 e 18 estão sendo preparadas para a substituição das comportas e dos gradeamentos dos poços.

Foto: Luciano Lanes / PMPA / Porto Alegre 24 horas

As duas estações integram, ao lado das Ebaps 12 e 20, o primeiro lote do programa de qualificação das casas de bombas de Porto Alegre. Mais de R$ 45 milhões são investidos nas intervenções, que incluem a substituição e modernização de equipamentos eletromecânicos, a troca de parte das bombas por modelos submersíveis, a elevação dos painéis de comando e a instalação permanente de geradores.

"Estamos avançando na reconstrução e resiliência de estruturas fundamentais para a drenagem urbana do Centro Histórico. As melhorias foram planejadas a partir das vulnerabilidades identificadas durante a cheia de 2024 e têm como objetivo preparar as casas de bombas para operar com mais segurança e confiabilidade diante de eventos climáticos extremos", explica o diretor-presidente do Dmae, Vicente Perrone.

As intervenções começaram pela Ebap 17, localizada na esquina das avenidas Mauá e Padre Tomé. Nos próximos dias, elas avançarão também na Ebap 18, entre as ruas Carlos Chagas e Chaves Barcellos. Nas duas unidades, as equipes atuarão nas estruturas de chegada da água, nos poços e nos sistemas associados às comportas. Os serviços incluem hidrojateamento, remoção de sedimentos e avaliação das condições das estruturas que receberão os novos equipamentos.

Resiliência das casas de bombas - Mais de R$ 202 milhões são investidos na qualificação das 18 Estações de Bombeamento de Águas Pluviais que tiveram, em algum momento, a operação interrompida em razão de alagamentos internos durante a cheia de 2024. As unidades foram divididas em cinco lotes para a execução das obras.

Além do lote 1, que reúne as Ebaps 12, 17, 18 e 20, também estão em andamento as intervenções dos lotes 2 e 3. O lote 2 contempla as Ebaps 5, no Humaitá; 6, no Anchieta; 8, na Vila Farrapos; e 10, no Sarandi. Já o lote 3 inclui as Ebaps 1, na Rodoviária; 3, no São Geraldo; e 4, no 4º Distrito.

A licitação do lote 4, composto pelas Ebaps 2, no 4º Distrito, 9 e 21, no Sarandi, está na fase de análise das propostas recebidas na última quinta-feira, 3. O último lote, formado pelas casas de bombas 13, no Praia de Belas; 14 e 15, na Azenha; e 16, na Cidade Baixa, terá a concorrência pública aberta pelo Dmae em outubro.

As obras são executadas com investimento do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), administrado pelo Governo do Estado, e recursos próprios do Departamento.

Porto Alegre 24 horas
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra