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O que se sabe sobre direito à recarga em condomínios? Entenda

Nova medida estabelece normas técnicas de recarga e retira o poder de veto genérico das assembleias, impulsionando a infraestrutura para a frota eletrificada em 2026

22 mar 2026 - 10h00
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Poder fazer uma recarga em um veículo elétrico com maior praticidade é uma das preocupações mais frequentes entre aqueles que buscam o novo sistema veicular. O Estado de São Paulo deu um passo decisivo para a mobilidade elétrica ao sancionar a Lei nº 18.403/2026, originada do Projeto de Lei nº 425/2025. A nova norma garante aos proprietários de veículos elétricos o direito de instalar pontos de recarga em condomínios, removendo uma das principais barreiras estruturais à adoção desses automóveis em grandes centros urbanos.

Conheça a nova lei da recarga em condomínios
Conheça a nova lei da recarga em condomínios
Foto: Canva Fotos / Perfil Brasil

Recarga em condomínios: O que muda?

Na prática, a medida elimina o poder de veto genérico das assembleias condominiais, exigindo uma justificativa técnica formal para impedir qualquer projeto de instalação. Essa mudança traz segurança jurídica para síndicos e moradores, permitindo que a conveniência da recarga doméstica se torne uma realidade acessível no maior mercado automotivo do país.

A nova legislação determina que todos os projetos devem seguir rigorosamente as normas brasileiras, como a ABNT NBR 5410 e a ABNT NBR 17019. O objetivo principal é padronizar os processos e evitar soluções informais que possam representar riscos à rede elétrica dos edifícios, como sobrecarga de circuitos ou falhas em sistemas de proteção.

A instalação deve ocorrer integralmente às expensas do morador interessado, mediante comunicação formal ao condomínio e execução por um profissional habilitado. Além disso, a lei prevê que novos empreendimentos já considerem a infraestrutura necessária para futuras instalações.

O mercado e a liderança da capital paulista

A possibilidade de recarregar o veículo onde ele permanece estacionado por mais tempo é apontada por entidades como a ABVE e a ABRAVEi como um fator crucial na decisão de compra.

São Paulo, que já concentra a maior frota de eletrificados do Brasil, reforça sua liderança ao criar este marco regulatório que deve servir de referência para outros estados. Além da conveniência, a recarga doméstica oferece um custo de abastecimento significativamente menor em comparação aos veículos a combustão, contribuindo diretamente para a redução das emissões locais. Enquanto montadoras como a Stellantis e a Toyota aceleram seus lançamentos híbridos e elétricos em 2026, a nova legislação garante que a infraestrutura urbana acompanhe esse ritmo acelerado de inovação tecnológica.

Este avanço sinaliza uma adaptação profunda da infraestrutura das cidades verticalizadas à nova realidade sustentável. Ao remover entraves práticos e estabelecer critérios claros de responsabilidade técnica, a Lei do Direito à Recarga torna a mobilidade elétrica mais previsível e escalável.

A participação ativa de associações de proprietários e especialistas do setor reflete a pressão por soluções que garantam não apenas a expansão da frota, mas também a integridade das instalações elétricas condominiais.

Com regras claras e o fim dos impasses em assembleias, o mercado de carros elétricos em São Paulo ganha um novo fôlego para crescer de maneira sustentada nos próximos anos, consolidando a transição energética no dia a dia dos brasileiros.

@experienciaeletrica

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