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"Nem Lula, nem Bolsonaro", afirma Eduardo Leite ao oficializar pré-candidatura à presidência

Governador gaúcho se apresenta como alternativa de centro e disputa indicação do partido com Ratinho Jr. e Ronaldo Caiado

6 mar 2026 - 12h12
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O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, oficializou sua pré-candidatura à presidência da República pelo PSD. O anúncio foi feito através de um "manifesto ao Brasil" publicado em suas redes sociais nesta sexta-feira (6). No texto, o chefe do Executivo gaúcho busca se posicionar como uma alternativa viável à polarização política nacional.

Eduardo Leite
Eduardo Leite
Foto: José Cruz / Agência Brasil / Perfil Brasil

Atualmente, Leite disputa a indicação interna do partido com outros dois governadores: Ratinho Júnior (Paraná) e Ronaldo Caiado (Goiás). Os três buscam o apoio do presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab. Para se diferenciar, o gaúcho aposta no discurso de independência. "O que considero me dar um diferencial em relação aos meus colegas, pelos quais tenho muito respeito, é justamente a possibilidade de liderar uma candidatura independente, porque não abracei nas eleições de 2022, nem Lula, nem Bolsonaro", afirmou o governador em entrevista ao portal g1.

Eduardo Leite

Em seu manifesto, Eduardo Leite critica o atual cenário político e econômico. "O Brasil permanece dividido, fragmentado, excessivamente concentrado em disputas ideológicas e paroquiais que não produzem solução", pontuou. Ele defende que o país precisa de uma nova rota: "Me sinto pronto para liderar um projeto nacional de despolarização do país. O Brasil precisa sair dessa polarização radicalizada que coloca brasileiros contra brasileiros".

Por fim, a definição do nome que representará o PSD nas urnas em outubro deve ocorrer até abril. Embora Kassab tenha descartado a realização de prévias, Leite acredita que o processo envolverá uma escuta ampla. "Encontros, conversas, diálogos que permitam a gente entender, dentro do contexto político, da percepção do eleitor, qual é o nome que melhor poderá conseguir aglutinar um grupo da sociedade brasileira", explicou o governador. Ele encerra sua convocação com um tom de compromisso: "É com esta convicção, com fé e independência, que coloco meu nome à disposição do país".

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