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'UE terá acesso máximo ao mercado indiano', celebra Von der Leyen

Partes estão próximas de assinar acordo de livre comércio

25 jan 2026 - 14h18
(atualizado às 14h23)
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Com a União Europeia cada vez mais próxima de fechar um pacto de livre comércio com a Índia, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, defendeu neste domingo (25) o fortalecimento da parceria estratégica e do diálogo com o país.

Partes estão próximas de assinar acordo de livre comércio
Partes estão próximas de assinar acordo de livre comércio
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Em uma mensagem publicada em suas redes sociais, a diplomata avaliou que a "importância econômica do acordo de livre comércio não pode ser subestimada". De acordo com fontes governamentais, a conclusão das negociações deverá ocorrer na próxima terça-feira (27).

"Em um momento de grandes desafios, esta cúpula entre a UE e a Índia representa um ponto de virada decisivo e o início de uma relação mais dinâmica e significativa. A UE obterá o mais alto nível de acesso já concedido a um parceiro comercial no mercado indiano, tradicionalmente protegido. Obteremos uma vantagem competitiva significativa em setores industriais e agrícolas estratégicos", afirmou Von der Leyen.

A parceria comercial com Nova Délhi, descrita por Von der Leyen como "a mãe de todos os acordos", deverá ser finalizada em meio a intensas negociações de última hora. Segundo a agência Reuters, a Índia pretende reduzir as tarifas alfandegárias sobre carros importados de países do bloco de 110% para 40%.

O governo de Narendra Modi também teria concordado em reduzir as taxas sobre um número limitado de veículos provenientes dos 27 países da UE, com preço de importação superior a 15 mil euros. Esse percentual será reduzido gradualmente para 10% ao longo do tempo, facilitando o acesso ao mercado para montadoras como Volkswagen, Mercedes-Benz e BMW.

Outras fontes afirmam que o acordo de livre comércio será "muito benéfico para os exportadores agrícolas europeus", com reduções significativas de tarifas sobre produtos como vinho e azeite, além da manutenção do status quo em setores sensíveis, como carne bovina, aves e açúcar. .

Ansa - Brasil
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