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Trump avalia ataques limitados no Estreito de Ormuz, diz mídia

Presidente dos EUA declarou que Irã é um 'país falido'

31 ago 2026 - 17h58
(atualizado às 18h03)
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Resumo
Donald Trump avalia autorizar ataques limitados no Estreito de Ormuz para conter a capacidade militar do Irã contra navios, segundo plano elaborado pelo Pentágono. Apesar da escalada de tensões, o presidente descartou o uso de armas nucleares, classificando o Irã como um Estado falido e militarmente derrotado. Em paralelo, autoridades norte-americanas reforçam a pressão de sanções econômicas sobre Teerã para forçar o recuo do país e restaurar a estabilidade da economia global.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estaria considerando realizar ataques limitados no Estreito de Ormuz para impedir que o Irã restaure suas capacidades de radar e mísseis utilizadas para atacar navios.

Presidente dos EUA declarou que Irã é um 'país falido'
Presidente dos EUA declarou que Irã é um 'país falido'
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

De acordo com o site Axios, que cita fontes, o Comando Central dos EUA (Centcom) elaborou um plano com o apoio do chefe do Pentágono, Pete Hegseth. O republicano poderá autorizar a operação após a recente escalada das tensões no Oriente Médio.

Em declarações concedidas no Salão Oval da Casa Branca, Trump reiterou que o Irã é um Estado "falido" e descartou a possibilidade de usar armas nucleares contra os persas.

"Eles foram derrotados militarmente. Então, não [vou usar]. Eu os derroto e deveria usar uma arma nuclear? Eles possuem uma inflação de 350% e não pagam seus soldados. Isso não significa que vamos atacá-los, mas veremos o que acontecerá", declarou Trump, acrescentando que o Irã "não pode ter armas nucleares".

Paralelamente, a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã declarou que um petroleiro que teria violado os regulamentos do Estreito de Ormuz pegou fogo após atingir duas minas navais. A informação, contudo, foi classificada como "falsa" pelas autoridades americanas.

Já Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, declarou que Teerã "leva as sanções a sério" e afirmou que "a economia iraniana não precisa necessariamente entrar em colapso", mas "apenas precisará cair em si".

Além de agradecer à Europa pelo "forte apoio" às medidas econômicas contra o Irã solicitadas pelos EUA, o político americano avaliou que resolver a questão de Teerã também é uma forma de "restaurar a estabilidade" da economia global. .

Ansa - Brasil
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