Polícia admite que buscas em imóveis de Andrew no caso Epstein foram ilegais
8 out
2026
- 11h12
Resumo
A polícia britânica admitiu na Alta Corte de Londres que as buscas feitas em fevereiro em duas residências do ex-príncipe Andrew foram ilegais. A admissão ocorreu após o irmão do rei Charles III contestar sua detenção de cerca de 24 horas. A investigação apura se ele repassou documentos confidenciais do governo ao criminoso sexual Jeffrey Epstein.
A polícia britânica admitiu na Alta Corte de Londres que as buscas feitas em fevereiro em duas residências do ex-príncipe Andrew foram ilegais. A admissão ocorreu após o irmão do rei Charles III contestar sua detenção de cerca de 24 horas. A investigação apura se ele repassou documentos confidenciais do governo ao criminoso sexual Jeffrey Epstein.
A polícia britânica admitiu nesta quinta-feira (8) que as buscas realizadas em fevereiro em duas residências do ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor, irmão mais novo do rei Charles III, foram ilegais.
A revelação ocorreu durante uma audiência na Alta Corte de Londres, no âmbito de uma contestação apresentada pelo próprio Andrew sobre a legalidade de sua detenção, que permaneceu sob custódia por cerca de 24 horas.
A investigação foi deflagrada para apurar se o ex-integrante da família real britânica repassou documentos do governo ao criminoso sexual Jeffrey Epstein. .
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